Polícia
Ação integrada prende 13 pessoas por furto de energia em Rondonópolis e Cuiabá
Polícia
Treze pessoas envolvidas em furto de energia elétrica foram presas pelas forças de segurança pública, durante fiscalização realizada em parceria com a Energisa.
O trabalho integrado aconteceu em Rondonópolis, durante os dias 5 e 7 de novembro, e resultou na prisão de seus pessoa pelo crime de subtração e fraude de energia elétrica.
Na ação das Polícias Civil e Militar, Perícia Oficial e Identificação Técnica, Corpo de Bombeiros e a Energisa, identificou ligações clandestinas e medidores adulterados em postos de combustíveis, mercado, conveniências, empresa de refrigeração e residências de alto padrão.
Os suspeitos responderão por furto de energia elétrica (artigo 155 do Código Penal), com pena que pode chegar a quatro anos de prisão.
Ao todo 14 policiais civis, 16 militares, quatro peritos e seis bombeiros atuaram na fiscalização que vem sendo realizada de forma contínua ao longo deste ano.
Conforme o coordenador regional da Energisa MT, Alexsandro Souza, essas operações têm um papel fundamental não só na responsabilização dos envolvidos, mas também na conscientização da sociedade sobre os riscos e impactos do furto de energia.
Na Capital
Em Cuiabá a fiscalização ocorreu após denúncias anônimas feitas pela população. Um dos locais vistoriado foi uma hamburgueria já monitorada por irregularidades, com débito superior a R$ 89 mil e que teve o fornecimento de energia interrompido.
Na ocasião dois homens foram flagrados tentando religar clandestinamente a energia elétrica no estabelecimento, e foram detidos em flagrante. Ambos são suspeitos de oferecem serviços de ligação clandestina.
Outas cinco pessoas foram conduzidas após a descoberta de ligações clandestinas em um conjunto de kitnets no bairro Coophamil.
Com essas ações, o total de prisões em Mato Grosso chegou a 114 neste ano de 2025.
“O furto de energia é um crime contra todos. Cada prisão representa um passo em direção à justiça e à proteção do consumidor honesto. As denúncias anônimas reforçam a importância da participação de todos nesse combate”, afirmou Luciano Lima, gerente de perdas da Energisa MT.
Qualquer cidadão pode ajudar a identificar irregularidades pelos canais oficiais da concessionária ou diretamente à polícia pelo 190 e 181.
WhatsApp (Gisa): (65) 99999-7974
Aplicativo Energisa On
Site: energisa.com.br
Call Center: 0800 646 4196
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Menor ameaça massacre em escola de MT e é apreendido pela polícia com faca e munições
A Polícia Civil cumpriu na manhã deste sábado (12), o mandado de internação de um adolescente, de 16 anos, investigado pelo ato infracional de ameaça e planejamento de um possível ataque em uma escola estadual no município de Nova Brasilândia.
As investigações, conduzidas pela Delegacia de Chapada dos Guimarães com apoio da Agência Brasileira de Inteligência, iniciaram após o adolescente realizar ameaças contra alunos de uma unidade de ensino.
Durante as diligências para apurar os fatos, foram colhidas informações e apreendidos materiais, que subsidiaram as investigações, sendo encontrados elementos que demonstravam que o adolescente fez ameaças específicas de realizar um massacre na escola, inclusive mencionando detalhes de como agiria.
A análise do material apreendido também apontou a presença de munições e uma faca relacionadas ao ambiente escolar, além de pesquisas sobre armas, violência e ataques ocorridos em escolas no Brasil, entre eles os massacres de Realengo, no Rio de Janeiro, e Suzano, em São Paulo, além de buscas relacionadas a armas, violência e conteúdos de extrema crueldade.
Durante a apuração dos fatos, os policias também tiveram acesso a um vídeo em que o menor aparece acompanhando um terceiro, ainda não identificado, durante um disparo de arma de fogo. O conteúdo foi considerado um dos elementos relevantes da investigação por indicar possível familiaridade e acesso a armamento.
Diante dos elementos colhidos, foi identificado um risco elevado de concretização da ameaça, indicando a necessidade de intervenção imediata.
Internação provisória
Diante da gravidade dos elementos reunidos, da repercussão social dos fatos e da necessidade de prevenir a continuidade ou eventual concretização das ameaças investigadas, a Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente.
A medida foi fundamentada na existência de indícios de autoria e materialidade, na gravidade concreta dos fatos e na necessidade de preservar a segurança do próprio adolescente e a ordem pública, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A representação também considera que os elementos encontrados nas investigações, demonstram não apenas manifestações de ameaça, mas um conjunto de comportamentos que, segundo a análise policial, poderia indicar preparação para a prática de violência.
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