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Batalhão Ambiental prende homem por matar ave silvestre com espingarda em Cuiabá

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Policiais militares do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam um homem, de 43 anos, por crime de maus-tratos a animal silvestre com morte, nesta terça-feira (13.1), em Cuiabá. O suspeito foi detido em flagrante ao abater uma arara com uma espingarda de pressão.

A equipe ambiental recebeu uma denúncia de que um morador, no bairro Jardim Florianópolis, havia matado uma arara da espécie Maracanã. De acordo com o relato do denunciante, que estava próximo do local, ele escutou os disparos de tiro, encontrando o suspeito armado e o animal sem vida.

Os policiais se deslocaram até o endereço indicado e localizaram o suspeito. Questionado sobre o crime, o homem confessou ter efetuado o disparo e confirmou possuir uma espingarda de pressão.

Durante buscas na residência do suspeito, a equipe encontrou a arma de calibre 5.5 e um pote com diversas quantidades de chumbinhos, munição utilizada para atingir alvos menores.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) para as providências que o caso requer. A ave morta também foi encaminhada ao local para exame pericial.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia abre investigação para apurar morte de jovem em Cuiabá; necropsia não aponta causa

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil de Mato Grosso abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte da jovem Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, que morreu durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, na última sexta-feira (16). A apuração busca esclarecer a causa da morte e verificar se houve falhas no atendimento médico e hospitalar.

A necropsia realizada no corpo da jovem pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apontou preliminarmente causa da morte indeterminada.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi registrado como morte a esclarecer.

Segundo o delegado Michael Mendes Paes, uma equipe da DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de liberação do corpo no hospital. Em seguida, foi solicitado o exame de necropsia, realizado por uma médica legista da Politec.

A investigação aguarda agora a conclusão dos laudos periciais, que deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte e apontar a eventual existência de falhas na prestação do atendimento médico e hospitalar.

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) também informou que instaurará uma sindicância para apurar as circunstâncias do atendimento e da morte da paciente.

Segundo o conselho, o procedimento tramitará sob sigilo e não representa uma condenação prévia do profissional envolvido.

A morte

Lourdes realizava procedimentos de lipoaspiração e colocação de próteses mamárias quando sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a cirurgia.

A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de duas horas, mas a jovem não resistiu.

Após a comunicação da morte, houve um episódio de tensão dentro do hospital, e a Polícia Militar precisou ser acionada. Segundo a defesa do médico responsável, ele teria sido agredido e ameaçado de morte por familiares da paciente.

Mãe de duas crianças, Lourdes foi sepultada na tarde de domingo (18).

Versão do médico

Por meio de sua assessoria jurídica, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelos procedimentos, lamentou a morte da paciente e afirmou que a cirurgia foi realizada em ambiente hospitalar adequado, por profissionais habilitados e após as avaliações pré-operatórias exigidas.

Segundo a defesa, a equipe identificou uma intercorrência súbita durante a cirurgia, interrompeu imediatamente o procedimento e iniciou as manobras de reanimação, que se estenderam por aproximadamente duas horas.

“Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes”, afirmou a defesa, em nota.

O comunicado também destacou que o médico possui mais de 25 anos de atuação profissional e está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina.

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