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Cavalaria da Polícia Militar prende faccionado com duas armas de fogo e munições em São José do Rio Claro

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Policiais militares da Cavalaria de São José do Rio Claro (296 km de Cuiabá) prenderam um faccionado, de 27 anos, na noite desta segunda-feira (5.1), com duas armas de fogo e 14 munições de calibres diversos, durante abordagem em uma residência localizada no bairro Jardim Novo Horizonte.

As equipes realizavam o patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero – Operação Campo Seguro, no momento em que flagraram o homem, em atitude suspeita, em frente a uma casa, na Rua Sergipe. Os militares perceberam, ainda, que ele estava com um objeto na cintura, semelhante a uma arma de fogo.

Ao notar a aproximação dos policiais, o homem correu para dentro do imóvel. Durante a fuga, dispensou uma arma no quintal e ofereceu resistência à abordagem, mas foi detido em seguida.

Em buscas pelo local, as equipes apreenderam um revólver calibre .38, uma espingarda calibre .32, munições e um coldre. O homem ainda tentou quebrar o próprio aparelho celular.

As equipes constataram que ele possuí passagens criminais desde 2021, como estupro de vulnerável, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e corrupção de menores. O suspeito e os armamentos foram entregues à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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