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Faccionado foragido da Justiça de Goiás é preso pela Polícia Militar em Barra do Garças

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 2º Batalhão localizaram e prenderam um homem faccionado, de 26 anos, na manhã desta terça-feira (16.12), em Barra do Garças. O suspeito estava sendo procurado pela Justiça do Estado de Goiás após ser condenado pelos crimes de tortura e posse irregular de arma de fogo.

Conforme o boletim de ocorrência, a ação aconteceu após a equipe do 5º Comando Regional receber informações da Polícia Militar de Goiás de que um foragido do Estado estava escondido em um bairro de Barra do Garças.

Diante das informações recebidas, a equipe do GAP iniciou patrulhamento ostensivo pela região urbana da cidade e encontrou o suspeito transitando em via pública com comportamento suspeito.

Os policiais fizeram abordagem ao homem e, durante checagem dos dados, foi constatado o mandado de prisão definitiva, expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, decorrente de condenação transitada em julgado pelos crimes de tortura, posse irregular de arma de fogo e receptação, com pena remanescente superior a cinco anos, a ser cumprida em regime fechado.

O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Central de Atendimento da Polícia Militar e, posteriormente, apresentado à Delegacia de Polícia Civil para as providências legais cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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