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Faccionado que atuava com tráfico de drogas e como olheiro é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

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Um integrante de facção criminosa, que atuava com tráfico de drogas e como olheiro do grupo, foi preso em flagrante, pela Polícia Civil, na segunda-feira (26.8), em ação realizada pela Gerência de Combate de Crime Organizado e Delegacia Especializada de Enfrentamento ao Crime Organizado (GCCO/Draco), com apoio da Polícia Militar.

Os policiais da GCCO/Draco prestavam apoio aos trabalhos periciais referentes aos imóveis sequestrados na Operação Ludus Sordidus, deflagrada na última quinta-feira (21), quando visualizaram uma pessoa em atitude suspeita, filmando a ação da equipe policial.

Diante da situação, os policiais decidiram realizar a abordagem do suspeito, sendo verificado que ele tinha várias passagens criminais. Questionado, ele admitiu que estava no local para gravar a ação policial nos imóveis alvo de sequestro. Em redes sociais, ele ostentava simbologias, expressões, sinais relacionados a facção.

Com ele, os policiais encontraram duas porções de maconha. Em continuidade às diligências, as equipes policiais foram até a casa do suspeito, onde foram apreendidas pinos de cocaína, aparelhos celulares, chips, balança de precisão e outros apetrechos relacionados ao tráfico de drogas.

Diante das evidências, todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à GCCO/Draco, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e organização criminosa, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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