Polícia
Faccionados torturam homem com mangueira e tentam degolá-lo em MT
Polícia
Seis pessoas foram presas suspeitas de participação na tortura e tentativa de homicídio contra um homem de 40 anos em Tapurah (433 km de Cuiabá). O crime, marcado por extrema violência, teria ligação com disputa territorial entre facções criminosas.
A prisão dos suspeitos ocorreu neste sábado (16), durante uma ação integrada das polícias Civil e Militar, após diligências ininterruptas iniciadas logo após o crime, registrado na sexta-feira (15).
Conforme as investigações, a vítima foi brutalmente agredida por integrantes do grupo criminoso. Dois dos suspeitos utilizaram uma mangueira para espancar o homem, causando diversas lesões em suas costas. Outro investigado é apontado como responsável por desferir um golpe no pescoço da vítima, em uma tentativa de execução.
Além dos autores diretos das agressões, a polícia também prendeu o motorista que teria dado apoio aos torturadores, uma mulher que presenciou o crime e não acionou socorro, e uma adolescente apontada como colaboradora da ação criminosa.
Durante a ocorrência, os criminosos ainda roubaram o aparelho celular da vítima.
Todos os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Tapurah, onde foram autuados e colocados à disposição da Justiça.
Segundo a polícia, os adultos devem responder por tentativa de homicídio qualificado mediante tortura, participação em organização criminosa e roubo.
Mato Grosso
Saiba quem são servidores e empresários presos pelo Gaeco por esquema de R$ 80 milhões
Os servidores públicos Fernando Dante Morari, Júlio Henrique Verdu Garcia, Valdinei Monteiro da Silva e Agnaldo Rael da Silva, além da empresária Débora Alvarenga Nakanishi da Silva, foram os cinco presos na Operação Mãos à Obra – Fase II, deflagrada nesta quarta-feira (28) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), em Sinop (a 500 km de Cuiabá).
Fernando e Júlio são engenheiros civis da Prefeitura de Sinop, enquanto Valdinei e Agnaldo também integram o quadro de servidores públicos. Já Débora é sócia da Dnishi Empreendimentos Imobiliários Ltda., empresa que também está entre os alvos da investigação.
A operação apura um suposto esquema de corrupção envolvendo agentes públicos e empresários para facilitar a aprovação de projetos imobiliários, a emissão de licenças e a regularização de empreendimentos no município.
A ofensiva do Gaeco também teve como alvos profissionais ligados à construção civil e ao mercado imobiliário, que foram submetidos a mandados de busca e apreensão.
Entre eles estão as arquitetas Bruna Maia de Freitas e Grazielly Stolarski, o fiscal de obras Samuel de Sousa Vieira e os engenheiros civis Charles Correia da Costa e Laércio Ronei Schorr, este último também corretor de imóveis.
Os empresários Danielle da Silva Otaviano Garcia e Felipe Gabriel Russo também aparecem na relação de investigados, assim como Roni de Souza, que atua como engenheiro civil, empresário e agente penitenciário.
A lista de alvos de busca e apreensão inclui ainda Antônio Benedito Rodrigues e a empresa Dnishi Empreendimentos Imobiliários Ltda.

Suspeita de propina
Conforme as investigações, servidores públicos teriam exigido e recebido vantagens indevidas para favorecer empresários em procedimentos administrativos da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação de Sinop.
As suspeitas envolvem desde a emissão de pareceres técnicos até a aprovação de projetos, concessão de licenças e certificados, além de possíveis interferências em fiscalizações.
De acordo com o Gaeco, as irregularidades investigadas teriam ocorrido ao longo de nove anos, entre 2017 e 2026.
Para aprofundar as apurações, a Justiça autorizou cinco mandados de prisão preventiva e buscas e apreensões contra 17 alvos. Também determinou o afastamento de seis agentes públicos de suas funções.
Uma empresa investigada teve suas atividades econômicas e financeiras suspensas por determinação judicial.
Bloqueio milionário
A operação também atingiu o patrimônio dos investigados. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 80 milhões de um grupo de suspeitos e de uma pessoa jurídica.
Em relação aos demais alvos, foi determinado o sequestro de ativos financeiros de até R$ 3 milhões por investigado, além de imóveis pertencentes a um dos envolvidos.
Durante o cumprimento dos mandados, os agentes recolheram dinheiro em espécie e bens de alto valor vinculados a empresários suspeitos de participação no esquema.
Segundo o Gaeco, as medidas patrimoniais têm como objetivo impedir a transferência ou ocultação de bens e assegurar recursos para eventual ressarcimento aos cofres públicos.
As investigações seguem em andamento. O órgão destacou que as medidas cautelares não representam condenação e que todos os investigados têm direito à ampla defesa e à presunção de inocência.
-
Coluna VIP MT2 dias atrásHenrique e Juliano Rondonopolis – Ditado Produções
-
Mato Grosso2 dias atrásCarlos Bezerra conquista 2º lugar em ranking nacional de leis aprovadas em 20 anos
-
Mato Grosso7 dias atrásUnimed Cuiabá conquista 1º lugar em engajamento na plataforma CapacitaCoop entre cooperativas de saúde de MT
-
Várzea Grande2 dias atrásMutirão de exames na FEB Saúde autoriza mais de 150 procedimentos e reforça cuidado com a saúde da mulher
-
Várzea Grande2 dias atrásCâncer do colo do útero pode evoluir silenciosamente e médica de Várzea Grande alerta para importância do exame preventivo
-
Rondonópolis2 dias atrásPrefeitura inaugura novo Laboratório Central e garante mais comodidade e qualidade no atendimento
-
Várzea Grande2 dias atrásConselho da Cidade de Várzea Grande analisa projetos de empreendimentos em sessão extraordinária
-
Diamantino2 dias atrásNovo aeroporto de Diamantino tem projeto aprovado pela Sinfra-MT e orçamento estimado em R$ 26,9 milhões










