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Foragida da Justiça que atuou como “laranja” em sonegação milionária é presa pela PC em Cuiabá

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (1), uma mulher, de 31 anos, durante diligências relacionadas a um inquérito policial que apura a prática de crimes contra a ordem tributária, em Cuiabá.

No curso das investigações, a equipe da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz) identificou que a suspeita possuía um mandado de prisão em aberto desde 2019, decorrente de condenação pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Após a confirmação da ordem judicial, investigadores da Defaz realizaram diligências para localizar seu paradeiro, culminando na prisão da foragida no bairro Novo Milênio, em Cuiabá.

A mulher também é suspeita de figurar como responsável por uma empresa alvo de investigação da Defaz por supostos crimes contra a ordem tributária.

O inquérito policial apura prejuízo de aproximadamente R$ 900 mil aos cofres públicos, decorrente de supostos crimes contra a ordem tributária, apurando ainda a possível utilização da suspeita como “laranja” para ocultar os reais responsáveis pela empresa.

Após a prisão, a investigada foi conduzida à Defaz para as providências legais e, posteriormente, encaminhada à audiência de custódia, ficando à disposição do Poder Judiciário.

As investigações continuam com o objetivo de identificar todos os envolvidos e esclarecer a participação de cada um na prática dos crimes contra a ordem tributária.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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