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Força Tática apreende R$ 9,1 mil e arma de fogo com suspeito de tráfico de drogas

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A Força Tática do 4º Comando Regional prendeu um homem, de 41 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na noite desta quinta-feira (18), em Rondonópolis. O suspeito foi preso com uma arma de fogo, munições e mais de R$ 9,1 mil em dinheiro.

As equipes policiais faziam patrulhamento pela Operação Tolerância Zero e se deslocaram até o bairro Alfredo de Castro, após receberem denúncias sobre intensa movimentação de usuários de drogas em uma rua. Nas diligências, os militares chegaram ao endereço e flagraram o suspeito tentando fugir para o interior de uma casa, ao ver a viatura da PM.

O homem foi abordado e revistado pela PM, que localizou uma porção de maconha e a quantia de R$ 9.111,00 em dinheiro. Questionado sobre o valor encontrado, o suspeito não se pronunciou.

Na continuidade da abordagem, o homem revelou que teria uma arma guardada na residência, onde estava entrando. Os policiais seguiram ao local e encontraram um revólver de calibre 32 e munições.

Diante do flagrante, ele foi conduzido para a delegacia de Rondonópolis e entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais procedimentos.

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PF derruba esquema nacional de comércio ilegal de madeira após apreensão de caminhão em MT

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (20), a Operação Ligna Ficta, para apurar a atuação de um grupo investigado por transporte e comércio ilegal de madeira nativa e por fraude nos sistemas oficiais de controle florestal.

A ação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Barro Alto/GO e Unaí/MG. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Barra do Garças/MT. 

As investigações começaram após a apreensão, em Barra do Garças, de um caminhão carregado com cerca de 52 metros cúbicos de jatobá, sem o Documento de Origem Florestal (DOF) e com nota fiscal que descrevia produto diverso do transportado.

O trabalho da PF permitiu identificar o modo de atuação do grupo. Madeireiras localizadas em Goiás e Minas Gerais atuavam de forma coordenada na negociação, no financiamento do transporte e na comercialização da madeira. Foi identificada a utilização de créditos florestais sem correspondência física de madeira, além da abertura sucessiva de empresas para dar continuidade às atividades ilegais.

Os materiais apreendidos durante o cumprimento das medidas judiciais serão submetidos à análise pericial e examinados pelos investigadores. O objetivo é delimitar a participação de cada investigado e identificar fornecedores, compradores e a origem da madeira comercializada.

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