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Força Tática prende faccionado com drogas e arma de fogo em Barra do Bugres

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam um integrante de facção criminosa, de 21 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na madrugada deste domingo (2.11), em Barra do Bugres. Com o homem, foram apreendidas porções de cocaína, pasta base e maconha, além de munições e uma arma de fogo.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática recebeu denúncia sobre uma situação de venda de entorpecentes em um bar, no bairro Pronave. Segundo as informações, o responsável pelo tráfico de drogas no local também estaria com uma arma de fogo e afirmando ser membro de uma facção criminosa.

Os militares foram ao endereço informado e confirmaram os fatos. Os policiais iniciaram a abordagem e o suspeito tentou fugir para dentro do bar, sendo detido rapidamente. Na revista pessoal a ele, foram localizados o revólver de calibre 32 e todos os entorpecentes apreendidos.

Questionado pela PM, o homem afirmou ter vindo da cidade de Cuiabá a mando da facção para também cometer crimes contra faccionados rivais de Barra do Bugres.

Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido, com todo o material apreendido, para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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