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Força Tática prende faccionado com tabletes de maconha em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem faccionado, de 26 anos, por tráfico de drogas, na tarde desta segunda-feira (28.7), em Várzea Grande. Com o suspeito, foram apreendidos tabletes de substância análoga a maconha e porções de cocaína.

As equipes policiais realizavam patrulhamento tático pela região central de Várzea Grande e encontraram um veículo Polo Track, de cor preta, onde um homem, que estava como passageiro, tentou se esconder ao ver as viaturas da Força Tática.

Diante da situação suspeita, os militares solicitaram parada ao motorista do carro, que obedeceu às ordens dadas. Em verificação ao passageiro, foi identificado que ele transportava duas barras de maconha, uma porção grande de cocaína e um celular que foi recentemente danificado.

Já em verificação ao condutor, foi constatado que ele era um motorista de aplicativo, sem envolvimento com os entorpecentes transportados pelo suspeito, e foi liberado em seguida.

Questionado sobre as drogas, o suspeito afirmou ser integrante de uma facção criminosa e que estava levando os entorpecentes para outra pessoa, que tentaria entrar com o material em um presídio. Ainda para os policiais, ele afirmou que costuma receber entorpecentes de faccionados desconhecidos e que guardava o material em sua residência.

Os militares seguiram com o suspeito até a casa dele. Dentro do imóvel, os policiais localizaram mais tabletes de maconha e supermaconha (mais conhecida como skunk), além de balança de precisão, carregadores de celular e outros materiais utilizados para o tráfico de drogas.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido, com todo o material apreendido, para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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