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Força Tática prende faccionado e recupera mais de R$ 11 mil furtados de agência bancária

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Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional prenderam um homem faccionado, de 41 anos, por furto, receptação e tráfico de drogas, na noite desta quinta-feira (2.10), em Barra do Garças. O suspeito estava envolvido no furto de uma agência bancária, ocorrido na cidade, e foi preso com mais de R$ 11 mil em dinheiro da quantia levada no crime.

Durante patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, as equipes policiais receberam informações sobre um local que estaria sendo usado para armazenar entorpecentes e produtos ilícitos vinculados ao furto de uma agência bancária, ocorrido no dia 29 de setembro, no município.

Os militares da Força Tática se deslocaram ao endereço informado e flagraram um homem fazendo uso de um cigarro de maconha no quintal. Após autorização formal do morador, as buscas foram iniciadas.

No interior da residência, foram encontrados dois tabletes grandes de maconha, uma pedra média de pasta base de cocaína e uma quantia de R$ 11.049,00 em dinheiro, parte dele com fortes indícios de falsificação.

Também foram localizados mochilas, luvas, máscaras, cadeado quebrado, roupas e ferramentas semelhantes às utilizadas no crime contra a agência bancária. Além disso, foi apreendida uma pasta do banco contendo documentos da instituição.

O suspeito detido relatou que parte da droga seria de sua propriedade, mas que outra porção havia sido deixada no local por um comparsa, apontado como participante direto do furto. Ele também confessou já ter sido condenado anteriormente por tráfico de drogas.

O homem foi conduzido à Delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências, onde o material apreendido foi entregue para análise.

A Polícia Militar e demais forças de segurança seguem com diligências para localizar os demais envolvidos no crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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