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Homem ateia fogo próximo à UTI e à maternidade do Pronto-Socorro de Várzea Grande

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A Guarda Municipal de Várzea Grande deteve, na manhã desta quarta-feira (26), um homem de 37 anos suspeito de atear fogo em uma área anexa à parede da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e da maternidade do Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.

A ocorrência foi registrada após acionamento do Centro de Inteligência Municipal de Segurança, pelo número 153, a pedido da coordenação da unidade de saúde.

Uma guarnição da Guarda Municipal se deslocou até o local e, ao chegar, encontrou fumaça e restos de papelão que, segundo as informações levantadas, teriam sido utilizados para iniciar o incêndio.

De acordo com a supervisora administrativa da unidade, responsável pelo acionamento da Guarda Municipal, o fogo foi provocado junto à estrutura externa do prédio. Imagens registradas por funcionários foram disponibilizadas aos agentes e auxiliaram na identificação do suspeito.

A fumaça provocada pelo incêndio entrou na área da UTI, onde seis crianças recebiam atendimento médico. No local, também foram observadas marcas na janela por onde a fumaça teria penetrado.

O suspeito apresentava uma pequena escoriação no lado direito do rosto e, por esse motivo, foi encaminhado inicialmente para atendimento médico. Em seguida, foi conduzido à Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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