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Jovem é morto a tiros após criminosos fazerem videochamada em MT

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Conteúdo/ODOC – Um jovem de 26 anos foi executado a tiros na tarde desta quinta-feira (9), em Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá). Antes de abrir fogo, os criminosos fizeram uma videochamada, detalhe que reforça a suspeita de execução ligada a uma facção criminosa.

A vítima foi identificada como Alex de Sousa Ferreira. O crime ocorreu na Avenida José Martins Monteiro.

Segundo o tenente-coronel da Polícia Militar, Wesmensandro Rodrigues, dois suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta Honda Bros preta. Testemunhas relataram que ambos usavam capacetes e camisas de manga longa para dificultar a identificação.

Ainda conforme os relatos, a dupla realizou uma videochamada momentos antes de efetuar diversos disparos contra Alex, que morreu no local.

De acordo com o comandante, a forma como o homicídio foi praticado apresenta características típicas de uma execução promovida por facção criminosa.

Após o crime, os atiradores fugiram e ainda não foram localizados.

Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Polícia Civil estiveram no local. O caso é investigado.

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PC de GO cumpre mandados em MT contra esquema de desmanche de veículos que girou R$ 15 milhões

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A Polícia Civil de Goiás, por intermédio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), deflagrou, nesta quinta-feira (15), a “Operação Actus Ultimus”, dando efetivo cumprimento a 12 mandados de prisão cautelar e 35 mandados de busca e apreensão. Uma pessoa foi presa em flagrante por posse de arma de fogo de uso restrito.

A investigação visa desarticular um esquema criminoso estruturado voltado à subtração, receptação qualificada, adulteração de sinais identificadores de veículos automotores e lavagem de capitais.

Conforme apurado, após a subtração de veículos automotores, ocorrida notadamente na Região Sudeste (com destaque para o Estado de Minas Gerais), estes automóveis produtos de crime eram destinados a lojistas situados na cidade de Goiânia.

Antes de chegarem aos estabelecimentos comerciais, os veículos eram recebidos por intermediários encarregados de realizar o desmanche e retirar sistematicamente todos os sinais identificadores e elementos de rastreabilidade das peças e componentes.

Dessa forma, as peças eram repassadas aos lojistas sem qualquer possibilidade de identificação de origem pelas forças policiais, sendo revendidas a consumidores no mercado de peças usadas.

O alvo principal do grupo criminoso eram caminhonetes de elevado valor de mercado.

Segundo as análises financeiras, o grupo criminoso teria apresentado movimentação de quantia superior a R$ 15 milhões no período investigado.

Além das prisões, durante as buscas foram apreendidos celulares, documentos, peças e quatro armas de fogo.

A operação foi deflagrada com o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio das Delegacias de Sinop/MT e Barra do Garça/MT, e peritos do Laboratório de Identificação Veicular (PTC), da Polícia Técnico-Científica.

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