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Operação contra desmatamento e garimpo ilegal apreende armas e munições em Mato Grosso

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Duas espingardas e cinco munições foram apreendidas durante uma fiscalização contra crimes ambientais na região de Aripuanã (a 976 km de Cuiabá), nesta segunda-feira (12). O material foi localizado em dois pontos distintos durante a Operação Abafa Amazônia 2/2026, que reúne forças de segurança para combater o desmatamento, as queimadas e o garimpo ilegal. 

A primeira arma, uma espingarda calibre 32, foi encontrada em uma construção rústica coberta com lona, escondida embaixo de uma cama, em uma área de desmatamento próxima à Comunidade Nossa Senhora da Glória. O armamento estava sem numeração de série, identificação de marca e munições. 

Durante o retorno pela estrada de acesso, os agentes avistaram um homem em uma motocicleta escura. Ao perceber a presença das equipes, ele teria descartado um objeto às margens da via e fugido em direção desconhecida. 

Na verificação, os policiais encontraram um saco com outra espingarda, de calibre 20, além de cinco cartuchos intactos do mesmo calibre. A arma tinha numeração de série, mas não possuía identificação de marca.

Nenhuma pessoa foi localizada ou identificada como responsável pelo material apreendido. As duas espingardas e as munições foram recolhidas e encaminhadas à Delegacia de Polícia de Aripuanã, onde serão tomadas as providências cabíveis.

A ação contou com a participação do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Força Nacional de Segurança Pública.

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Vizinho arrombou cadeado para entrada de assassinos; dois suspeitos são presos pela DHPP

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.

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