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PM prende adolescente faccionado por tráfico de drogas em Mirassol d’Oeste

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A Polícia Militar apreendeu um adolescente faccionado, de 16 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta segunda-feira (20.10), na cidade de Mirassol d’Oeste. Na ocorrência, os policiais apreenderam 20 porções de substância análoga a maconha que seriam traficadas pelo suspeito.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe militar recebeu denúncias sobre uma pessoa que estaria vendendo drogas, no bairro Jardim São Paulo. Diante da situação, os policiais foram até o endereço informado e encontraram o suspeito.

Na abordagem a ele, foi localizado uma porção pequena de maconha e a quantia de R$ 20,00 em dinheiro. Questionado sobre o material ilícito, o adolescente revelou fazer parte de uma facção criminosa e que o restante da droga, guardada com ele, estava em sua residência.

Os policiais se deslocaram até o endereço e foram recebidos pela mãe do menor, que autorizou as buscas e acompanhou toda a busca da PM. Nas diligências, os militares encontraram uma mochila, na lateral de uma casa de cachorro, onde estavam o restante da maconha apreendida.

O menor recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia de Mirassol d’Oeste para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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