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PM prende faccionado por tráfico de drogas e apreende 29 porções de entorpecentes

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam um homem, de 25 anos, por tráfico ilícito de drogas e estelionato, na noite desta quinta-feira (2.10), em Várzea Grande. Com o suspeito, foram encontrados três celulares com diversos chips e 29 porções de drogas.

Durante patrulhamento, os policiais do Grupo de Apoio (GAP) flagraram um homem em atitude suspeita entre os blocos de apartamentos do Complexo Maria Isabel. O suspeito tentou fugir ao ver a viatura e foi abordado.

Na abordagem, a equipe localizou seis porções de maconha e nove porções de cocaína. Questionado sobre as drogas, o suspeito confirmou à PM serem de sua propriedade e, ressaltou, que é de origem venezuelana e mora em um dos apartamentos, além de pertencer a uma facção criminosa na cidade.

Durante busca residencial, os militares encontraram uma porção de ice e mais 14 porções de pasta base de cocaína, além de três celulares com diversos chips e material de preparo de entorpecentes. Em relato aos policiais, o suspeito afirmou que utilizava os celulares e chips diferentes para golpes em um sites de vendas.

Diante do flagrante, o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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