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PM prende suspeito por furto de telhas termoacústicas e apreende arma e R$ 54,6 mil

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam um homem de 43 anos pelos crimes de furto e posse irregular de arma de fogo, neste domingo (18), em Rondonópolis. O suspeito foi detido em flagrante por furto de telhas termoacústicas, que foram recuperadas pela PM. Na ação, também foram apreendidas uma arma de fogo, R$ 54,6 mil em dinheiro e uma porção de maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe militar recebeu informações sobre o furto de telhas termoacústicas de uma obra na região central da cidade. De acordo com o proprietário do local, imagens do sistema de monitoramento flagraram o momento em que o suspeito, utilizando um caminhão, cometeu o furto dos materiais.

Os militares iniciaram diligências e, com apoio do setor de inteligência, conseguiram identificar as placas do veículo e a localização do homem. A equipe da Força Tática deslocou-se ao endereço e foi recebida por uma mulher, que tentou interferir na ação policial e impedir a entrada das equipes.

Diante da situação, a mulher foi detida e os militares entraram na residência, realizando a abordagem do suspeito. Nas buscas, foram localizadas uma arma de fogo, munições e uma porção de maconha. No imóvel, a PM também encontrou a quantia de R$ 54.610,00 em dinheiro, escondida atrás de um quadro, cuja procedência o homem não soube informar.

Questionado sobre o furto das telhas, o suspeito confessou o crime e conduziu os militares até outro endereço, onde o material foi localizado, totalizando 10 telhas de 10 metros cada.

Durante a checagem, identificou-se que o homem possui 10 passagens criminais por delitos como porte ilegal de arma de fogo, associação criminosa, roubo e tráfico de drogas.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis, juntamente com os materiais apreendidos e recuperados, para o registro da ocorrência.

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Polícia abre investigação para apurar morte de jovem em Cuiabá; necropsia não aponta causa

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil de Mato Grosso abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte da jovem Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, que morreu durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, na última sexta-feira (16). A apuração busca esclarecer a causa da morte e verificar se houve falhas no atendimento médico e hospitalar.

A necropsia realizada no corpo da jovem pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apontou preliminarmente causa da morte indeterminada.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi registrado como morte a esclarecer.

Segundo o delegado Michael Mendes Paes, uma equipe da DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de liberação do corpo no hospital. Em seguida, foi solicitado o exame de necropsia, realizado por uma médica legista da Politec.

A investigação aguarda agora a conclusão dos laudos periciais, que deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte e apontar a eventual existência de falhas na prestação do atendimento médico e hospitalar.

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) também informou que instaurará uma sindicância para apurar as circunstâncias do atendimento e da morte da paciente.

Segundo o conselho, o procedimento tramitará sob sigilo e não representa uma condenação prévia do profissional envolvido.

A morte

Lourdes realizava procedimentos de lipoaspiração e colocação de próteses mamárias quando sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a cirurgia.

A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de duas horas, mas a jovem não resistiu.

Após a comunicação da morte, houve um episódio de tensão dentro do hospital, e a Polícia Militar precisou ser acionada. Segundo a defesa do médico responsável, ele teria sido agredido e ameaçado de morte por familiares da paciente.

Mãe de duas crianças, Lourdes foi sepultada na tarde de domingo (18).

Versão do médico

Por meio de sua assessoria jurídica, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelos procedimentos, lamentou a morte da paciente e afirmou que a cirurgia foi realizada em ambiente hospitalar adequado, por profissionais habilitados e após as avaliações pré-operatórias exigidas.

Segundo a defesa, a equipe identificou uma intercorrência súbita durante a cirurgia, interrompeu imediatamente o procedimento e iniciou as manobras de reanimação, que se estenderam por aproximadamente duas horas.

“Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes”, afirmou a defesa, em nota.

O comunicado também destacou que o médico possui mais de 25 anos de atuação profissional e está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina.

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