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Polícia Civil apreende 22 tabletes de skunk e prende 4 pessoas em Cáceres

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Vinte e dois tabletes de skunk (substância conhecida como supermaconha) foram apreendidos pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (9.10), no município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), na Operação Rastro Verde.

O carregamento ilícito pertencia a uma facção criminosa atuante na região. A apreensão ocorreu em um endereço onde funcionava como ponto de distribuição de entorpecentes, desarticulado pelos policiais civis de Cáceres.

Além dos tabletes de skunk, a ação resultou na prisão de quatro pessoas, três homens e uma mulher, autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e constituir organização criminosa.

Durante diligências visando identificar locais usados pelos criminosos para se reunirem e ocultarem drogas, as equipes da 1ª Delegacia de Cáceres identificaram um imóvel no bairro Massa Barro.

Diante das fundadas suspeitas de tráfico, o local passou a ser monitorado, quando no início da tarde desta quinta-feira (9), foi identificado os 22 tabletes da substância conhecida como supermaconha.

No momento da abordagem estavam no interior da casa três homens e uma mulher, os quais foram surpreendidos em flagrante delito. Com eles foram encontrados aparelhos celulares e balanças de precisão.

Em seguida os quatro envolvidos foram conduzidos à 1ª Delegacia de Polícia, interrogados e autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e constituir organização criminosa. Após a confecção dos autos os presos foram apresentados para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Participaram da Operação Rastro Verde, policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), de Cáceres.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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