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Polícia Civil apreende menor investigado por atos infracionais graves em Água Boa

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta segunda-feira (12.1), em Água Boa, um mandado de busca, apreensão e internação de um menor, de 17 anos, expedido pelo Poder Judiciário no âmbito de procedimento infracional.

O adolescente é investigado pela Delegacia de Água Boa por envolvimento em atos infracionais graves, incluindo tráfico de drogas, organização criminosa, tortura e cárcere privado, entre outros delitos.

A equipe localizou o menor nas imediações da Avenida Araguaia, nas proximidades de um estabelecimento comercial da cidade. A apreensão foi realizada sem uso de algemas e sem registro de lesões corporais, em cumprimento aos protocolos legais.

A família foi informada e o adolescente foi apresentado à autoridade policial para as providências cabíveis e encaminhamento ao sistema socioeducativo, conforme determinação judicial.

“A ação reforça o compromisso da Polícia Civil de Água Boa no enfrentamento à criminalidade e na proteção da sociedade, especialmente em casos que envolvem crimes de alta gravidade”, afirmou o delegado Danilo Barbosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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