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Polícia Civil de MT apreende cerca de R$ 109 mil em apartamento de luxo em Goiânia

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A Polícia Civil apreendeu cerca de R$ 109 mil que estavam acondicionados em um cofre, no interior de uma residência de luxo, em Goiânia (GO). A apreensão é resultado da Operação Speakeasy, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), na última quinta-feira (26.3).

O cofre faz parte do material apreendido e que está sendo minuciosamente vistoriado pelas equipes policiais após a operação, que foi desencadeada, concomitantemente, nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Pontes e Lacerda (MT), Goiânia (GO) e Barueri (SP). Na ação, foram cumpridas 100 ordens judiciais contra membros de um grupo criminoso envolvido na lavagem de dinheiro para líderes de uma facção criminosa em Mato Grosso.

De acordo com o delegado responsável pela condução das investigações, Victor Hugo Caetano de Freitas, o cofre estava no interior de uma residência localizada no bairro Setor Bueno, em Goiânia, onde um dos alvos da operação foi preso.

Após a apreensão, o cofre foi lacrado e, ao chegar à unidade da GCCO/Draco, foi feito o seu deslacre, seguido de sua abertura e, posteriormente, da contagem do dinheiro guardado, totalizando R$ 108,9 mil. “Foi feito o depósito judicial desse valor. E, como há suspeita de lavagem de dinheiro do crime, ao final do processo, havendo a condenação dos suspeitos, esse montante será revertido ao Governo de Mato Grosso”, explicou o delegado.

Ao todo, foram apreendidos, em flagrante, 13 veículos de luxo, 15 aparelhos celulares, 28 munições, uma arma de fogo, R$ 58,175 mil e US$ 84, além de relógios e joias. Além do material apreendido, dez pessoas foram presas e respondem pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Nome da operação

“Speakeasy” faz alusão aos locais (bares) onde bebidas alcoólicas eram comercializadas de forma clandestina durante o período da Lei Seca, nos Estados Unidos, na década de 1930. Até hoje, os “speakeasy” são conhecidos como bares mais discretos.

Na operação, a principal forma de lavagem de dinheiro identificada é a criação de empresas que atuam na distribuição de bebidas alcoólicas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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