Polícia
Polícia Civil deflagra operação e recupera 14 aparelhos roubados ou furtados em Várzea Grande
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A Polícia Civil deflagrou, nessa quarta-feira (17.12), a Operação Tempo Fechado, para investigar crimes de furto, roubo e receptação em Várzea Grande. Durante a ação, foram recuperados 14 aparelhos celulares, avaliados em R$ 29 mil, e 14 pessoas foram autuadas por receptação.
Os aparelhos recuperados estão vinculados a investigações de roubos e furtos ocorridos em Várzea Grande, apuradas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande.
“As constantes operações de combate ao crime de receptação são prioridade para a delegacia, para que haja uma mudança na cultura da sociedade, pois muitas vezes, as pessoas não se importam em querer saber de onde vem o bem que estão adquirindo, mas, quantos estão lucrando com a compra de um produto, por um preço mais barato e, com isso, as vítimas desses roubos e furtos de aparelhos celulares continuam pagando as parcelas do carnê, sem mesmo ter o aparelho, enquanto os criminosos estão se locupletando com o suor de pessoas carentes e trabalhadoras”, explicou a delegada Elaine Fernandes.
Aparelhos recuperados na operação
Um dos celulares recuperados nessa quarta-feira foi roubado de um motorista de aplicativo no dia 17 de agosto deste ano quando ele parou o veículo no Centro de Várzea Grande. A vítima foi abordada por dois homens em uma motocicleta, que estavam armados e pegaram o celular e R$ 500 em espécie.
Outro aparelho recuperado foi o de uma mulher que teve a casa invadida por três homens armados, no dia 02 de abril deste ano, no Bairro Santa Isabel, em Várzea Grande. Eles ficaram esperando a vítima abrir a porta para trabalhar e a renderam. Os suspeitos levaram dinheiro, aparelhos celulares e um veículo.
Um dos homens foi preso em flagrante pela Derf-VG ainda no mesmo dia, os outros foram identificados, indiciados e tiveram a prisão decretada posteriormente. Mas o celular só foi localizado e recuperado nessa quarta-feira (17.12).
Foi recuperado também um aparelho furtado no consultório médico de uma faculdade no dia 19 de novembro deste ano, quando a vítima havia ido ao local para tentar conseguir um encaixe para uma consulta.
Entre os 14 aparelhos recuperados há ainda um celular novo furtado em uma empresa no bairro Novo Mundo no dia 06 de agosto deste ano. A vítima havia guardado o aparelho na caixa, que havia acabado de comprar, no armário da empresa que trabalha e, quando foi pegar para transferir os dados do celular velho para o novo, encontrou a caixa vazia, constatando o furto.
Tempo fechado
O nome da operação, “Tempo Fechado”, faz alusão ao conceito de que, receptador de aparelhos celulares não ficará impune em Várzea Grande.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.
Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).
A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.
Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.
Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.
As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.
Persona Sintética
O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.
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