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Polícia Civil desarticula ponto de venda de drogas e prende uma jovem em flagrante

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A Polícia Civil de Mato Grosso desarticulou, na quinta-feira (18.9), um ponto de venda de entorpecentes que funcionava perto de uma escola no município de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá).

Na ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Lucas do Rio Verde, uma jovem de 22 anos foi presa em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. No local foram apreendidas porções maconha e cocaína, dinheiro, entre outros objetos.

As diligências iniciaram após denúncia anônima sobre um endereço utilizado para o comércio ilícito, razão pela qual os policiais civis passaram a monitorar o local.

Durante trabalho investigativo a equipe constatou que no imóvel localizado no bairro Jardim Palmeiras, próximo de uma escola infantil, tinha movimentação intensa de pessoas com característica de tráfico de drogas.

Diante dos fatos, a casa continuou a ser monitorada, quando no início da noite de quinta-feira (18), os investigadores notaram que o portão estava aberto. Ao se aproximar, uma jovem acabou sendo surpreendida em flagrante delito.

No local foram apreendidas 13 porções de drogas, entre maconha e cocaína, balanças de precisão, dinheiro, além de materiais plásticos usados para embalar as substâncias ilícitas.

Em seguida a suspeita foi conduzida até a Delegacia de Lucas do Rio Verde, onde foi interrogada e autuada pelo crime de tráfico de drogas, Após a confecção dos autos, ela foi colocada à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação derruba esquema que suava funcionários e motoristas para desviar cargas de soja

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Zira’A, para cumprimento de ordens judiciais relacionadas a investigação que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em furtos e desvios de cargas de soja em propriedades rurais da região oeste do estado.

Na operação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, decretados pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Pontes e Lacerda e de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Também foi decretado pela Justiça afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos dos aparelhos eletrônicos eventualmente apreendidos, possibilitando a extração e análise de informações que possam contribuir para esclarecer a extensão do esquema, identificar outros envolvidos e individualizar a atuação de cada suspeito.

A investigação iniciou após o registro do furto de uma carga de soja ocorrido em julho de 2023, em uma propriedade rural localizada no município de Vila Bela da Santíssima Trindade, quando foi furtada uma carga de soja, avaliada em aproximadamente R$ 100 mil.

A análise de materiais apreendidos, oitivas e levantamentos patrimoniais revelou que os alvos da operação atuavam juntos no desvio contínuo de cargas na região.

Além da ação principal, a Polícia Civil identificou a relação de parte dos investigados com o furto de uma carga de soja em Pontes e Lacerda, o que demonstra que os fatos não se tratam de um episódio isolado.

Como funcionava o esquema

A investigação aponta que a subtração dos grãos exigia a participação alinhada do balanceiro, do classificador, do motorista e do proprietário do veículo. Juntos, eles viabilizavam a saída da soja sem o registro fiscal e contábil, permitindo o desvio da carga para recepção ilegal por terceiros.

As diligências indicaram ainda que a dinâmica criminosa não se limitava ao transporte. O esquema exigia a atuação coordenada de pessoas situadas tanto dentro da propriedade rural, responsáveis por viabilizar a pesagem, classificação e liberação irregular dos grãos, quanto fora dela, com a disponibilização dos veículos e realização do transporte das cargas desviadas.

As investigações também apontaram suspeitas de utilização de empresas e aquisição de bens para ocultação e dissimulação de valores provenientes dos crimes, circunstâncias que levaram a Polícia Civil a aprofundar a apuração não apenas sobre os furtos de cargas, mas também sobre possíveis crime de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Apreensões

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos bens pertencentes aos investigados sobre os quais recaem indícios de terem sido adquiridos com recursos provenientes da atividade criminosa.

A medida busca impedir a ocultação ou dissipação do patrimônio possivelmente obtido com os furtos e preservar os bens para as providências cabíveis no curso da investigação e do processo criminal.

A operação representa mais uma etapa da investigação e busca reunir novos elementos de prova sobre a atuação do grupo, identificar o destino da carga furtada, esclarecer a movimentação dos valores obtidos com os crimes e verificar a eventual participação dos investigados em outros furtos de cargas de grãos ocorridos na região.

Nome da operação

O nome “ZIRA’A” faz referência à palavra árabe associada a “agricultura” ou “cultivo”, em alusão ao objeto central da investigação: o desvio criminoso de cargas de grãos provenientes de propriedades rurais.

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