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Polícia Civil flagra desmate ilegal em área de conservação em Barão de Melgaço

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Ação da Polícia Civil interrompeu a prática de desmate ilegal em uma área de conservação ambiental na região de Barão de Melgaço, na tarde de quinta-feira (25.03). Uma pessoa foi detida em flagrante delito.

No local, a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) apreendeu uma pá escavadeira em plena operação, um veículo Fiat Strada com pacotes de sementes para plantio de pastagem e um reservatório de combustível para capacidade de mil litros.

Durante as diligências investigativas, os policiais civis da Dema flagraram uma atividade de desmatamento irregular em área protegida ocorrendo no município de Barão de Melgaço.

A equipe avistou uma pá escavadeira fazendo a derrubada de vegetação nativa e preparação do solo para formação de pastagem. A cena despertou suspeitas quanto à legalidade da intervenção ambiental.

Os investigadores encaminharam as coordenadas geográficas do local à Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso, que realizou consulta imediata no sistema e confirmou que a área não possuía autorização para desmate.

Diante da ausência da Licença Ambiental e Cadastro Ambiental Rural (CAR) e em razão da área se tratar de Unidade de Conservação da Estrada Parque Santo Antônio–Porto de Fora–Barão de Melgaço, a atividade é considerada ilegal.

Abordagem

Na ocasião, o operador da máquina contou que havia sido contratado para realizar o desmate e preparar o terreno. Em contato telefônico o contratante confirmou a versão do contratado.

Outro indivíduo que estava no local conseguiu fugir. Ele foi identificado como o proprietário da Saveiro de cor branca, com pacotes de sementes destinadas à formação de pastagem (material compatível com a conversão de área nativa) no interior do veículo.

Em seguida os equipamentos foram apreendidos e o operador da máquina detido para esclarecimentos. Os envolvidos responderão pelos crimes ambientais: destruição de vegetação em área protegida, dano a unidade de conservação, eventual transporte ou uso de produtos de origem ilegal, em concurso de pessoas.

O trabalho contou com apoio do Batalhão de Proteção Ambiental que esteve no local e realizou as sanções administrativas como embargo e notificação para concluir a valoração do dano e multa administrativa.

A investigação segue em andamento para apurar responsabilidades e eventuais desdobramentos do caso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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