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Polícia Civil indicia quatro pessoas por lesão corporal grave

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A Polícia Civil enviou ao Ministério Público, nesta sexta-feira (12.9), o pedido de indiciamento de quatro homens por lesão corporal grave. O crime aconteceu em julho deste ano, durante uma briga generalizada em um show musical no Parque de Exposição de Água Boa (Expovale). Dentre os indiciados está um político da região.

Conforme o delegado Bruno Gomes, responsável pela condução da investigação, após todos os levantamentos e análises de videomonitoramento, entrevistas de testemunhas, requisições de exames periciais, juntada dos laudos médicos acerca das lesões sofridas na vítima, foi possível concluir o inquérito e manifestar pelo indiciamento dos quatro suspeitos envolvidos no fato.

“Foram verificados indícios suficientes de materialidade e autoria do crime apurado. Além disso, de acordo com os autos, a materialidade delitiva foi amplamente comprovada por meio dos laudos periciais anexos aos autos, confirmando a existência das lesões corporais, as quais são compatíveis com o relato da vítima, evidenciando a existência das lesões corporais por ela sofrida”, apontou.

De acordo com o delegado, a vítima deverá passar por procedimento cirúrgico no maxilar e no ombro, decorrentes das agressões.

Os indicados devem responder pelo crime de lesão corporal grave, conforme previsto no art. 129, §1º, I e III do Código Penal, podendo ser condenados à reclusão de dois a oito anos de reclusão.

O crime

No último dia da Expovale, em 4 de julho de 2025, houve uma briga generalizada envolvendo os quatro indiciados, durante um show artístico, no camarote do evento.

Na ação, um homem de 33 anos foi vítima de agressões que resultaram em lesão corporal grave.

Diante dos fato, a Polícia Civil iniciou diligências com intuito de identificar, prender e responsabilizar os envolvidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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PC mira quadrilha por tráfico e uso de empresa para lavagem de dinheiro e prende três investigados

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil do Piauí, cumpriu ordens judiciais, na manhã desta sexta-feira (16), na Operação Cactus, deflagrada contra um grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. 

Na operação, foram cumpridas prisões temporárias por 30 dias para 11 investigados, buscas e apreensões e a suspensão das atividades de empresas citadas no procedimento. Também foi autorizado o bloqueio de valores em contas e bens de investigados e empresas apontadas como suspeitas de ligação com o esquema. 

Em Mato Grosso, 11 ordens judiciais foram cumpridas pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), sendo três mandados de prisão e oito de busca e apreensão, além da interdição de uma garagem de veículos. 

As investigações, conduzidas pelo Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil do Piauí, tiveram como alvo um homem apontado como um dos líderes de uma facção criminosa que atua no estado e suspeito de desempenhar papel central na movimentação financeira do grupo.

A apuração identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com os rendimentos declarados, além de indícios de possível ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro. 

Entre os valores estabelecidos para os bloqueios estão até R$ 487 mil em bens do principal investigado e R$ 625 mil em bens da sua esposa. As medidas têm como objetivo atingir a estrutura econômica investigada e impedir que recursos supostamente provenientes de atividades criminosas continuem sendo movimentados ou ocultados.

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