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Polícia Civil prende casal e desarticula ponte de venda de drogas em Canarana

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Um casal atuante no comércio de entorpecente em Canarana (823 km a leste de Cuiabá), foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na noite de quarta-feira (15.10). O homem, de 30 anos, e a jovem, de 18 anos, foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.

Em diligências investigativas para identificar pontos de venda de drogas, os policiais civis constataram um endereço usado para o tráfico, no bairro Jardim União, razão pela qual o local passou a ser monitorando.

Conforme o delegado de Canarana, Diogo Jobane, a investigação apontou que o casal utilizava uma casa abandonada como esconderijo da droga, situada a cerca de 80 metros da residência principal.

No início da noite de quarta-feira (15), a equipe realizava campana nas proximidades da residência quando o casal foi avistado saindo da pequena casa abandonada, sendo então realizada a abordagem .

“Ao perceberem a aproximação da equipe, os dois suspeitos arremessaram os celulares ao solo para danificar os aparelhos e evitar a apreensão, e ainda tentaram alertar a comparsa que estava na casa principal, gritando para que jogasse a droga fora”, disse o delegado.

Em seguida os policiais civis foram até o imóvel principal, onde surpreenderam uma adolescente, de 17 anos, dentro do banheiro, dispensado as porções de droga pela descarga da privada.

Na casa abandonada foram apreendidas porções de pasta base de cocaína e crack, uma balança de precisão, celulares e dinheiro. Parte do material estava escondido sob folhas no quintal.

Após o flagrante os três envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Canarana. Os maiores de idade foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. A adolescente prestou esclarecimentos e foi liberada.

Para Diogo Jobane, essa ação é resultado do trabalho de inteligência e observação contínua, realizado pela equipe com discrição e planejamento. “O objetivo da Polícia Civil de Canarana foi agir de forma técnica, garantindo a preservação das provas e a segurança dos policiais”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Menor ameaça massacre em escola de MT e é apreendido pela polícia com faca e munições

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A Polícia Civil cumpriu na manhã deste sábado (12), o mandado de internação de um adolescente, de 16 anos, investigado pelo ato infracional de ameaça e planejamento de um possível ataque em uma escola estadual no município de Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Chapada dos Guimarães com apoio da Agência Brasileira de Inteligência, iniciaram após o adolescente realizar ameaças contra alunos de uma unidade de ensino.

Durante as diligências para apurar os fatos, foram colhidas informações e apreendidos materiais, que subsidiaram as investigações, sendo encontrados elementos que demonstravam que o adolescente fez ameaças específicas de realizar um massacre na escola, inclusive mencionando detalhes de como agiria.

A análise do material apreendido também apontou a presença de munições e uma faca relacionadas ao ambiente escolar, além de pesquisas sobre armas, violência e ataques ocorridos em escolas no Brasil, entre eles os massacres de Realengo, no Rio de Janeiro, e Suzano, em São Paulo, além de buscas relacionadas a armas, violência e conteúdos de extrema crueldade.

Durante a apuração dos fatos, os policias também tiveram acesso a um vídeo em que o menor aparece acompanhando um terceiro, ainda não identificado, durante um disparo de arma de fogo. O conteúdo foi considerado um dos elementos relevantes da investigação por indicar possível familiaridade e acesso a armamento.

Diante dos elementos colhidos, foi identificado um risco elevado de concretização da ameaça, indicando a necessidade de intervenção imediata.

Internação provisória

Diante da gravidade dos elementos reunidos, da repercussão social dos fatos e da necessidade de prevenir a continuidade ou eventual concretização das ameaças investigadas, a Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente.

A medida foi fundamentada na existência de indícios de autoria e materialidade, na gravidade concreta dos fatos e na necessidade de preservar a segurança do próprio adolescente e a ordem pública, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A representação também considera que os elementos encontrados nas investigações, demonstram não apenas manifestações de ameaça, mas um conjunto de comportamentos que, segundo a análise policial, poderia indicar preparação para a prática de violência.

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