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Polícia Civil prende faccionado responsável pelo tráfico de drogas na região do CPA
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A Polícia Civil conseguiu identificar e prender um homem de 28 anos, condenado a seis anos pelo crime de tráfico de drogas, neste domingo (19.10), em Cuiabá. Ele é membro de uma facção criminosa e responsável pelo tráfico de drogas na região do CPA.
Ele estava foragido da Justiça desde junho deste ano, mas foi capturado por policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).
A prisão ocorreu graças à rápida investigação realizada pelas equipes policiais das duas unidades, por meio de monitoramento, levantamento de informações e cruzamento de dados, que culminou em sua prisão enquanto trafegava com o veículo pela Avenida Brasil, no bairro Morada da Serra.
Com a prisão, o homem condenado foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis e, posteriormente, apresentado à Justiça.
“A Polícia Civil tem demonstrado, por diversas ações, que o trabalho técnico e investigativo, qualificado, tem resultado eficiente no combate à criminalidade. Não tem dia e hora, estamos o tempo todo trabalhando os dados que chegam até nosso conhecimento”, disse o delegado Rodrigo Azem Buchdid.
Histórico familiar no crime
O homem preso, neste domingo, pela Polícia Civil, é uma figura conhecida no universo criminoso. Ele é filho de Claudio Cesar Benedito dos Santos, traficante conhecido como “Cesar Gordo”, falecido em 2021. Com diversas passagens policiais, o pai foi responsável, durante anos, pelo tráfico de drogas nos bairros Morada da Serra e Dr. Fábio, na Capital.
Em 2016, pai e filho chegaram a ser presos por tráfico de drogas e associação para o tráfico durante uma ação da Polícia Civil, no bairro CPA IV. Na época, foram apreendidos cinco tabletes de maconha na residência da família dentro de uma sacola e outros cinco tabletes escondidos em uma mochila infantil, além de pequenas porções de maconha e uma de pasta base de cocaína.
Após a morte de Claudio, o filho, preso neste domingo (19.10), teria assumido a frente do comércio de entorpecentes na região.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.
As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.
Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.
Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.
“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.
A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.
Circuito Fechado
O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.
O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária
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