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Polícia Civil prende faccionados envolvidos em distribuição de drogas em Cláudia
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Três integrantes de uma facção criminosa envolvida em crimes de tráfico de drogas na região de Cláudia foram presos pela Polícia Civil, em operação deflagrada, na última sexta-feira (25.10), para combater o comércio de entorpecentes na cidade.
As prisões, realizadas pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Sinop, ocorreram após o levantamento de informações de que cerca de cinco quilos de pasta base de cocaína seriam entregues em uma residência no município de Cláudia.
Diante da denúncia, os investigadores passaram a monitorar a movimentação suspeita, conseguindo visualizar a chegada de um veículo e o momento em que um dos ocupantes desembarcou portando uma mochila. Ao perceber a presença da equipe, o suspeito tentou fugir em direção à residência, deixando cair uma barra de pasta base de cocaína durante a perseguição.
Diante das evidências, a equipe da Polícia Civil realizaram a abordagem no imóvel, momento em que os suspeitos que estavam no local tentaram escapar pulando o muro dos fundos. Com o cerco policial realizado nas imediações, os policiais civis conseguiram capturar três suspeitos, incluindo o homem que transportava o entorpecente.
Um dos presos foi flagrado prestando auxílio material para a fuga do proprietário da casa, apontado como principal destinatário da droga. Durante a ação, foram apreendidos cerca de um quilo de pasta base de cocaína.
Os suspeitos foram conduzidos à Draco de Sinop, onde após serem interrogados pelo delegado Eugênio Rudy Junior, autuados em flagrante pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico e permanecem à disposição da Justiça.
“Essa ação demonstra o comprometimento da Polícia Civil no enfrentamento direto às facções criminosas que atuam na região norte do Estado. A Draco tem intensificado as investigações e operações de inteligência para desarticular grupos ligados ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro”, destacou o delegado.
Combate ao Crime Organizado
A Draco de Sinop é responsável pela repressão ao crime organizado nos 11 municípios que integram a Região Integrada de Segurança Pública (Sinop, Claúdia, Vera, Sorriso, Feliz Natal, Ipiranga do Norte, Itanhagá, Nova Ubiratã, Nova Guarita, Santa Carmem e União do Sul) com foco no enfrentamento a facções criminosas, tráfico de drogas, corrupção, extorsões e lavagem de capitais.
A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.
As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.
Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.
Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.
“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.
A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.
Circuito Fechado
O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.
O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária
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