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Polícia Civil prende homem que agrediu e estuprou ex-namorada em VG

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, prenderam neste sábado (4.10), um homem por agredir e estuprar a ex-namorada.

A vítima, de 31 anos, foi encontrada desacordada em um terreno baldio próximo de sua residência. Ela recebeu atendimento médico, foi acolhida na DEDM-VG para ser ouvida, além de prestado todo atendimento necessário à mulher.

Já o suspeito foi autuado em flagrante por estupro, lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar, e sequestro qualificado pela finalidade libidinosa.

O crime ocorreu durante a madrugada de sábado (4), após o homem pular o muro e invadir a casa da ex-namorada. Em seguida a mulher foi agredida fisicamente, arrastada por ele e retirada de sua residência sendo levada para um matagal onde foi violentada sexualmente.

A vítima teve um relacionamento com o suspeito por cerca de 7 sete meses, mas havia terminado o relacionamento há 30 dias. Ela foi encontrada por vizinhos desacordada em um terreno baldio. Na ocasião, o Samu foi acionado para prestar os primeiros socorros.

Logo que comunicados acerca dos fatos graves, imediatamente uma equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, passou a diligenciar e conseguiu realizar a prisão do suspeito.

Conforme a delegada Jéssica de Assis, através de imagens captadas pelas câmeras de segurança verificou-se que depois de cometer os crimes durante a madrugada, o suspeito voltou à casa da vítima no período da manhã procurando por ela.

“Ao ser preso poucas horas depois, o homem foi conduzido para delegacia onde foi interrogado e autuado em flagrante delito por estupro, lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar, e sequestro qualificado pela finalidade libidinosa”, disse a delegada Jéssica de Assis.

Após a confecção dos autos, a Polícia Civil representou pela conversão da prisão em flagrante por prisão preventiva do autuado, o qual foi encaminhado para audiência de custódia e colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação derruba esquema que suava funcionários e motoristas para desviar cargas de soja

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Zira’A, para cumprimento de ordens judiciais relacionadas a investigação que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em furtos e desvios de cargas de soja em propriedades rurais da região oeste do estado.

Na operação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, decretados pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Pontes e Lacerda e de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Também foi decretado pela Justiça afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos dos aparelhos eletrônicos eventualmente apreendidos, possibilitando a extração e análise de informações que possam contribuir para esclarecer a extensão do esquema, identificar outros envolvidos e individualizar a atuação de cada suspeito.

A investigação iniciou após o registro do furto de uma carga de soja ocorrido em julho de 2023, em uma propriedade rural localizada no município de Vila Bela da Santíssima Trindade, quando foi furtada uma carga de soja, avaliada em aproximadamente R$ 100 mil.

A análise de materiais apreendidos, oitivas e levantamentos patrimoniais revelou que os alvos da operação atuavam juntos no desvio contínuo de cargas na região.

Além da ação principal, a Polícia Civil identificou a relação de parte dos investigados com o furto de uma carga de soja em Pontes e Lacerda, o que demonstra que os fatos não se tratam de um episódio isolado.

Como funcionava o esquema

A investigação aponta que a subtração dos grãos exigia a participação alinhada do balanceiro, do classificador, do motorista e do proprietário do veículo. Juntos, eles viabilizavam a saída da soja sem o registro fiscal e contábil, permitindo o desvio da carga para recepção ilegal por terceiros.

As diligências indicaram ainda que a dinâmica criminosa não se limitava ao transporte. O esquema exigia a atuação coordenada de pessoas situadas tanto dentro da propriedade rural, responsáveis por viabilizar a pesagem, classificação e liberação irregular dos grãos, quanto fora dela, com a disponibilização dos veículos e realização do transporte das cargas desviadas.

As investigações também apontaram suspeitas de utilização de empresas e aquisição de bens para ocultação e dissimulação de valores provenientes dos crimes, circunstâncias que levaram a Polícia Civil a aprofundar a apuração não apenas sobre os furtos de cargas, mas também sobre possíveis crime de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Apreensões

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos bens pertencentes aos investigados sobre os quais recaem indícios de terem sido adquiridos com recursos provenientes da atividade criminosa.

A medida busca impedir a ocultação ou dissipação do patrimônio possivelmente obtido com os furtos e preservar os bens para as providências cabíveis no curso da investigação e do processo criminal.

A operação representa mais uma etapa da investigação e busca reunir novos elementos de prova sobre a atuação do grupo, identificar o destino da carga furtada, esclarecer a movimentação dos valores obtidos com os crimes e verificar a eventual participação dos investigados em outros furtos de cargas de grãos ocorridos na região.

Nome da operação

O nome “ZIRA’A” faz referência à palavra árabe associada a “agricultura” ou “cultivo”, em alusão ao objeto central da investigação: o desvio criminoso de cargas de grãos provenientes de propriedades rurais.

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