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Polícia Civil prende homem suspeito de furto e outro por receptação em Várzea Grande

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), prendeu um homem suspeito de ter furtado uma empresa de marmoraria, em Várzea Grande, na última sexta-feira (20.6). A ação culminou também na detenção do suspeito de receptação de um dos produtos furtados.

Segundo os policiais da unidade, o suspeito do furto, um homem de 55 anos, teria utilizado uma bicicleta para transportar os produtos furtados. “Diante do meio utilizado para fuga com os itens furtados, demonstrou a paciência e perspicácia do suspeito em obter o lucro ilícito proveniente do crime”, disse o delegado da Derf-VG, Sergio Luis Henrique de Almeida.

Na ação criminosa foram levados diversos produtos, dentre eles celulares, cooktop, fogão, além de um notebook.

De posse da informação, os policiais foram até o local do fato, onde obtiveram acesso ao circuito de monitoramento da empresa, o que possibilitou a identificação do suspeito e seu modus operandi.

Em seguida, os policiais saíram em diligências com o objetivo de localizar e prender o suspeito do furto, que ocorreu pouco tempo depois, no bairro Água Limpa, em Várzea Grande.

Com a prisão, o suspeito, além de confessar a prática delituosa, informou aos policiais a quem tinha vendido o notebook. Diante da informação, os policiais seguiram em diligências, conseguindo identificar e prender o suspeito da receptação, um homem de 43 anos. Ele foi preso no posto onde trabalha, no bairro Manga, também em Várzea Grande. E, segundo apurado pelos policiais, teria o costume de comprar produtos de origem ilícita.

Os suspeitos foram presos em flagrante e conduzidos até a delegacia para a realização dos procedimentos legais cabíveis. Eles devem responder, respectivamente, pelos crimes de furto qualificado pela destruição de obstáculo e receptação.

O notebook foi devolvido ao proprietário. A equipe policial segue em diligências na tentativa de recuperar os demais produtos furtados.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia abre investigação para apurar morte de jovem em Cuiabá; necropsia não aponta causa

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Conteúdo/ODOC – A Polícia Civil de Mato Grosso abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte da jovem Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, que morreu durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, na última sexta-feira (16). A apuração busca esclarecer a causa da morte e verificar se houve falhas no atendimento médico e hospitalar.

A necropsia realizada no corpo da jovem pela Diretoria Metropolitana de Medicina Legal (DMML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apontou preliminarmente causa da morte indeterminada.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi registrado como morte a esclarecer.

Segundo o delegado Michael Mendes Paes, uma equipe da DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de liberação do corpo no hospital. Em seguida, foi solicitado o exame de necropsia, realizado por uma médica legista da Politec.

A investigação aguarda agora a conclusão dos laudos periciais, que deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte e apontar a eventual existência de falhas na prestação do atendimento médico e hospitalar.

O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) também informou que instaurará uma sindicância para apurar as circunstâncias do atendimento e da morte da paciente.

Segundo o conselho, o procedimento tramitará sob sigilo e não representa uma condenação prévia do profissional envolvido.

A morte

Lourdes realizava procedimentos de lipoaspiração e colocação de próteses mamárias quando sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a cirurgia.

A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de duas horas, mas a jovem não resistiu.

Após a comunicação da morte, houve um episódio de tensão dentro do hospital, e a Polícia Militar precisou ser acionada. Segundo a defesa do médico responsável, ele teria sido agredido e ameaçado de morte por familiares da paciente.

Mãe de duas crianças, Lourdes foi sepultada na tarde de domingo (18).

Versão do médico

Por meio de sua assessoria jurídica, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelos procedimentos, lamentou a morte da paciente e afirmou que a cirurgia foi realizada em ambiente hospitalar adequado, por profissionais habilitados e após as avaliações pré-operatórias exigidas.

Segundo a defesa, a equipe identificou uma intercorrência súbita durante a cirurgia, interrompeu imediatamente o procedimento e iniciou as manobras de reanimação, que se estenderam por aproximadamente duas horas.

“Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes”, afirmou a defesa, em nota.

O comunicado também destacou que o médico possui mais de 25 anos de atuação profissional e está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina.

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