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Polícia Civil prende investigado por agredir, ameaçar e manter a ex-companheira em cárcere privado

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A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande (DEDMCI-VG) cumpriu, nesta terça-feira (14.10), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 21 anos. Ele é acusado de agredir, ameaçar e manter em cárcere privado a ex-companheira, de 33 anos.

A vítima registrou a ocorrência no dia do crime, 21 de setembro deste ano, relatando ter sido agredida com socos e ameaçada com uma faca pelo ex-companheiro, que fugiu do local antes da chegada da equipe policial.

Diante da denúncia, foi instaurado inquérito policial e representada pela prisão preventiva do investigado, que foi deferida pela Vara de Violência Doméstica de Várzea Grande.

Na manhã desta terça-feira (14.10), o suspeito se apresentou na Delegacia da Mulher voluntariamente, onde foi interrogado e posteriormente encaminhado para audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.

A delegada titular da especializada, Paula Gomes Araújo, frisou que o combate à violência doméstica é uma luta diária e incessante.

“Por isso é importante destacar o compromisso da Polícia Civil em garantir proteção às vítimas e responsabilização aos agressores”, disse a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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