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Polícia Civil prende mais um faccionado envolvido em homicídio e ocultação de cadáver em Colniza

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Mais faccionado envolvido no desaparecimento e possíveis crimes de homicídio e ocultação de cadáver de um jovem em Colniza foi preso pela Polícia Civil, na sexta-feira (6.2), durante trabalho da equipe de investigadores da Delegacia do município.

O suspeito, de 18 anos, foi identificado nas investigações da Delegacia de Colniza e estava com mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar decretados pela Justiça por envolvimento do crime, praticado contra João Vitor Ricardo de Amorim, de 20 anos.

A vítima está desaparecida desde o dia 28 de janeiro, quando saiu de casa para trabalhar, porém não chegou ao serviço e não deu mais notícias. As investigações apontam que o jovem havia saído da cadeia recentemente e tinha envolvimento com facções criminosas.

A motivação do crime estaria relacionada ao um acerto de contas. com integrantes da facção. O jovem teria sido sequestrado, torturado e executado por membros do grupo criminoso, que posteriormente ocultaram o corpo, que até o momento não foi localizado.

Com base nos elementos apurados, foi possível chegar a identidade de alguns dos envolvidos, sendo representado pelas ordens judiciais de prisão e busca e a apreensão, que foram deferidos pela Justiça. O primeiro alvo, também de 18 anos, teve o mandado de prisão cumprido na terça-feira (03), em ação que resultou na apreensão de drogas e outros objetos de origem ilícita.

Durante as diligências realizadas na sexta-feira (6), os policiais da Delegacia de Colniza localizaram e prenderam o segundo envolvido no crime em seu local de trabalho. Em continuidade à ação, foram realizadas buscas na residência do investigado, onde foram apreendidos aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos que podem auxiliar o avanço das investigações.

Após o cumprimento das ordens judiciais, o preso foi conduzido à Delegacia de Colniza para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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