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Polícia Civil prende suspeito de envolvimento em roubo com cárcere privado em Goiás

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Goiás, participou, nessa terça-feira (13.1), de uma ação integrada, que resultou na prisão de um morador de Jaciara investigado por envolvimento em um roubo de extrema gravidade ocorrido em Doverlândia (GO).

O homem, de 26 anos, foi identificado pelas investigações como um dos autores de um crime registrado em 16 de setembro de 2025, que teve como vítimas uma família inteira, submetida a grave ameaça, violência psicológica e restrição de liberdade por aproximadamente 14 horas.

De acordo com as apurações, os criminosos, fortemente armados, renderam inicialmente um funcionário de uma propriedade rural e, em seguida, o proprietário do local.

As vítimas foram imobilizadas e posteriormente conduzidas até a residência urbana da família, onde a esposa e duas filhas menores de idade também foram mantidas sob cárcere privado, sob intensa coação.

Durante a ação criminosa, os autores subtraíram valores em espécie, joias, armas de fogo regularmente registradas, perfumes e diversos outros bens.

Além disso, realizaram transferências bancárias via PIX e TED, mediante grave ameaça e uso dos mecanismos de autenticação das vítimas, causando um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 40 mil.

No curso das investigações, foi identificada uma transferência bancária diretamente vinculada ao investigado, elemento que, aliado a outros indícios técnicos e reconhecimentos, reforçou sua participação no crime.

Diante dos fatos, o Poder Judiciário expediu mandado de prisão preventiva, bem como mandado de busca e apreensão, ambos devidamente cumpridos pela equipe da Delegacia de Jaciara na residência do suspeito, em Jaciara.

“A atuação conjunta entre as Polícias Civis de Mato Grosso e de Goiás foi fundamental para o avanço das investigações, evidenciando a importância da cooperação interestadual no enfrentamento de crimes graves e de elevada complexidade”, afirmou o delegado José Ramon.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar os demais envolvidos, recuperar os bens subtraídos e responsabilizar todos os integrantes do grupo criminoso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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