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Polícia Civil prende venezuelano que ameaçava e perseguia a companheira em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), prendeu, nessa sexta-feira (18.7), um homem, de 20 anos, acusado de agredir, ameaçar e perseguir a companheira, de 19 anos.

As brigas entre o casal venezuelano começaram no dia 10 de julho, quando a vítima recebeu uma mensagem de um colega de trabalho, para anotar o número do telefone em seu celular. O suspeito não gostou, ficou alterado, pegou uma faca e pressionou no pescoço da companheira, que estava na cama com a filha.

Apesar da violência, a vítima não sofreu corte. Mas o suspeito saiu como se nada tivesse acontecido. Nesse mesmo dia, ele ameaçou expor fotos íntimas dela em redes sociais, enquanto a xingava com palavras de baixo calão.

A partiu desse dia, ele passou a ameaçar a companheira dizendo que ela iria “conhecer a pior parte dele”, teria “uma surpresa quando chegasse do trabalho” e que os dois “teriam problemas quando ela chegasse do trabalho”.

Na quinta-feira (17.7), ele foi até o trabalho da companheira para ameaçá-la e nessa sexta-feira disse que iria novamente. A chefe dela a informou que, se ele continuasse indo ao local, iria prejudicá-la.

Abalada emocionalmente e psicologicamente, e já sem conseguir dormir comer, devido à ansiedade, a vítima procurou a polícia, dizendo não aguentar mais viver um relacionamento de ameaças e agressões, que queria que o homem saísse de casa e ficasse longe dela, e pediu medidas protetivas.

“Quando a vítima procurou a polícia para solicitar medidas protetivas, durante o atendimento, o suspeito mandou diversas mensagens ameaçadoras, dizendo que quando a vítima chegasse em casa iria ter uma surpresa”, contou a delegada titular da DEDM, Judá Marcondes.

Diante disso, o suspeito foi preso em seu local de trabalho, no Distrito Industrial de Cuiabá, nessa sexta-feira (18). Ele não resistiu à prisão e foi levado para a Delegacia de Defesa da Mulher.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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