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Polícia Civil promove 2º Encontro sobre Saúde Mental voltado aos servidores

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A Polícia Civil realizou nesta sexta-feira (12.9), no auditório da Academia de Polícia Civil (Acadepol), o 2º Encontro sobre Saúde Mental, em alusão ao “Setembro Amarelo”. Participaram do evento cerca de 70 servidores, da área policial e administrativa.

No evento foram realizadas palestras orientativas na temática da saúde mental e emocional. Dentre os palestrantes estiveram a psicóloga Djenane Soares. A profissional destacou a importância do autoconhecimento e da espiritualidade como meios de evitar as doenças psicossomáticas e emocionais.

“O autoconhecimento ajuda muito o indivíduo nesse processo preventivo. Além disso, a espiritualidade, em que se busca a conexão entre o humano e o divino. Independentemente da religiosidade. O ser humano precisa estar conectado a divindade espiritual. Esses dois mecanismos ajudam muito para evitar acúmulos sentimentais que podem levar a uma atitude impensada de acabar com a dor”, disse a psicóloga.

O encontro contou também a participação da palestrante Ana Rosa, do Centro de Valorização da Vida (CVV). Ela abordou sobre a dinâmica de trabalho da instituição filantrópica e que dispõe de atendimento gratuito 24 horas e assegurado o anonimato pelo Disque 188.

“Nós dispomos de apoio emocional, sem aconselhamentos, sem julgamentos, apenas com a escuta ativa”, explicou Ana, reforçando que entidade é um dispositivo para quebrar que o indivíduo tem para quebrar o silêncio, em que tem acessível um espaço de escuta.

O evento foi organizado pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP) e Gerência de Saúde e Segurança (GSS) e apoio dos Sindicatos de Delegados (Sindepo), Investigadores (Sipol) e Escrivães (Sindepojuc) e contou com a presença de autoridades policiais da Acadepol e da Diretoria da Polícia Civil.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Homem parafusa portas e janelas para manter mulher presa em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – Uma mulher foi resgatada pela Polícia Militar após ser mantida em cárcere privado pelo próprio companheiro, que chegou a parafusar portas e janelas para impedir que ela saísse de casa. O caso ocorreu na sexta-feira (30), no Residencial Jatobá, em Cuiabá. O suspeito foi preso em flagrante.

Segundo a PM, a equipe chegou ao imóvel após receber uma denúncia anônima de que a vítima estava sendo mantida presa contra a própria vontade.

Durante a apuração, os policiais constataram que já havia um boletim de ocorrência registrado no dia 7 de outubro, envolvendo o mesmo casal e endereço.

Antes de ir ao local, a equipe entrou em contato com a mãe da vítima, que mora em Alta Floresta. Ela relatou que estava há algum tempo sem notícias da filha e que havia tentado telefonar para ela naquele dia, mas não conseguiu contato.

Ao chegarem à residência, os militares chamaram pelos moradores. A mulher e o companheiro saíram do imóvel e, visivelmente abalada, ela contou que estava impedida de sair de casa desde a noite anterior.

Aos policiais, a vítima relatou que já havia conseguido fugir para Rondonópolis, mas foi localizada pelo companheiro e obrigada a retornar a Cuiabá.

Durante o trajeto, o homem teria levado a mulher até uma região de mata, onde fez ameaças e a submeteu a violência psicológica.

Ela também contou que, ao perceber a aproximação de uma viatura policial, o suspeito apertou seu pescoço para impedir que pedisse socorro.

Após o episódio, o homem teria levado a vítima de volta para casa e parafusado portas e janelas, impedindo que ela deixasse o imóvel.

A mulher afirmou ainda que sofria agressões físicas, ameaças e violência psicológica e patrimonial desde o início do relacionamento.

Durante o atendimento, a vítima informou que havia drogas na residência. Nas buscas, os policiais encontraram substâncias semelhantes à maconha e à cocaína.

O suspeito foi preso e encaminhado ao Plantão de Violência Doméstica e Sexual Contra a Mulher, junto com a vítima e os materiais apreendidos.

A ocorrência foi registrada pelos crimes de suspeita de tráfico de drogas, lesão corporal, sequestro e cárcere privado, além de perseguição no contexto de violência doméstica.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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