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Polícia Civil recebe etapa da capacitação sobre Recuperação de Ativos e Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro

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A Polícia Civil sedia, entre os dias 10 e 11 de dezembro, a etapa do “Programa Nacional de Capacitação e Treinamento para Recuperação de Ativos e Combate à corrupção e à Lavagem de Dinheiro (PNLD)”, direcionado a 90 agentes públicos das áreas de justiça e segurança pública. A solenidade de abertura aconteceu nesta quarta-feira (10.12), no auditório do Detran, em Cuiabá.

Organizado pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), por meio do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), o programa surgiu em cumprimento ao objetivo de criar um plano integrado de capacitação e treinamento de agentes públicos e orientar a sociedade sobre as temáticas corrupção e lavagem de dinheiro no Brasil. Nesta etapa, em Mato Grosso, o evento conta com o apoio da Diretoria de Inteligência, em conjunto com a Academia de Polícia Civil (Acadepol).

Além disso, as capacitações e treinamentos visam promover a integração entre as instituições, bem como o intercâmbio de conhecimentos e expertises entre os profissionais e seus respectivos órgãos.

“Esse programa é importante, pois possibilita que os profissionais que estão na ponta possam discutir sobre os problemas relacionados à corrupção, lavagem de dinheiro e o crime organizado; e buscar soluções por meio de métodos e boas práticas para operacionalizar ações capazes de combater esses crimes”, disse coordenador-geral de articulação institucional do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Bernardo Mota.

Representando a Diretoria da Polícia Civil, o delegado e coordenador da Academia de Polícia, Fausto Freitas, destacou sobre a importância de sediar uma etapa do programa. “Essa capacitação é muito importante no combate às facções criminosas. Proporcionar esse treinamento aos nossos policiais sobre essa temática, sobre esse assunto que, sendo bem trabalhado, contribui fortemente para a credibilidade e valorização da nossa instituição junto à sociedade”, destacou Fausto.

O secretário-adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Segurança Pública, coronel PM Fernando Augustinho, também salientou sobre a importância social da capacitação. “Quando a Polícia Civil envereda para a qualificação, para as investigações qualificadas, frente a essas organizações criminosas, o impacto é muito maior no combate ao crime”, enfatizou o coronel.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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