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Polícia Federal mira traficantes que transportam drogas em aviões e cumpre mandados em MT

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2), a Operação Hosek, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas pelo modal aéreo. A ação policial também visa atingir o núcleo operacional e financeiro do grupo, bloqueando bens e valores dos investigados.

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em Cuiabá/MT, Cáceres/MT, Colniza/MT, Novo Progresso/PA, Manaus/AM, Brasileia/AC, Ariquemes/RO, Irecê/BA, Bom Despacho/MG e Urucuia/MG, além de ordens judiciais de sequestro de bens e valores e de aeronaves envolvidas no tráfico, expedidos pela 7ª Vara da Seção Judiciária de Mato Grosso.

A investigação é continuidade da Operação Mãos ao Alto, deflagrada em maio de 2023, quando foram cumpridos mandados de prisão em desfavor de suspeitos de coordenar o transporte de 465 kg de cocaína.

A droga foi apreendida em posse de um piloto, preso em flagrante no aeroporto de Sinop/MT, em fevereiro de 2023, em ação conjunta da Polícia Federal, do Gefron e do Ciopaer. 

Com o aprofundamento das investigações, foram identificados outros integrantes da organização criminosa que atuam na gestão do transporte, na preparação de pistas e na ocultação de valores.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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