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Polícia Militar prende casal por assaltar e matar motorista de aplicativo durante corrida

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Policiais militares prenderam um homem e uma mulher, de 38 e 28 anos, suspeitos de homicídio de Sidinei Triches, na noite desta sexta-feira (14.11), em Rosário Oeste. A vítima, um motorista de aplicativo, foi morta após atender uma corrida de Tangará da Serra com destino a Nova Olímpia.

A equipe policial foi acionada pelo proprietário de uma plataforma de motoristas de aplicativo. Ele relatou que um de seus motoristas enviou uma mensagem informando que pegou uma corrida particular e que estava se sentindo inseguro com os passageiros.

De acordo com a testemunha, a vítima enviou a localização saindo de Tangará da Serra com destino a Nova Olímpia. Após algumas horas, o empresário não conseguiu mais contato com Sidinei.

Os policiais iniciaram diligências e, em buscas pela MT-242, flagraram um veículo com as mesmas características do carro da vítima e deram ordem de parada. Os suspeitos não obedeceram e continuaram a fuga em direção a Várzea Grande. Em seguida, os militares iniciaram uma perseguição.

Em determinado momento, a equipe conseguiu realizar a abordagem. Os suspeitos resistiram a sair do veículo e tentaram agredir os policiais, mas foram detidos. Durante a abordagem, foram encontrados documentos e cartões do motorista, além da presença de três crianças.

Questionados sobre o roubo do veículo, o suspeito confessou à PM que acionou uma corrida com o motorista Sidinei e, logo após iniciarem o trajeto, anunciou o assalto, com a esposa apontando uma faca para o pescoço da vítima.

O homem ainda relatou que utilizou uma corda para cometer o crime e arrastou o corpo para um matagal.

Durante o relato, a esposa do suspeito informou que ele tinha cometido outro homicídio, sem apresentar detalhes. A equipe, com apoio da Força Tática, deslocou-se com os criminosos até o local do fato para encontrar o corpo de Sidinei.

Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à delegacia, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Menor ameaça massacre em escola de MT e é apreendido pela polícia com faca e munições

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A Polícia Civil cumpriu na manhã deste sábado (12), o mandado de internação de um adolescente, de 16 anos, investigado pelo ato infracional de ameaça e planejamento de um possível ataque em uma escola estadual no município de Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Chapada dos Guimarães com apoio da Agência Brasileira de Inteligência, iniciaram após o adolescente realizar ameaças contra alunos de uma unidade de ensino.

Durante as diligências para apurar os fatos, foram colhidas informações e apreendidos materiais, que subsidiaram as investigações, sendo encontrados elementos que demonstravam que o adolescente fez ameaças específicas de realizar um massacre na escola, inclusive mencionando detalhes de como agiria.

A análise do material apreendido também apontou a presença de munições e uma faca relacionadas ao ambiente escolar, além de pesquisas sobre armas, violência e ataques ocorridos em escolas no Brasil, entre eles os massacres de Realengo, no Rio de Janeiro, e Suzano, em São Paulo, além de buscas relacionadas a armas, violência e conteúdos de extrema crueldade.

Durante a apuração dos fatos, os policias também tiveram acesso a um vídeo em que o menor aparece acompanhando um terceiro, ainda não identificado, durante um disparo de arma de fogo. O conteúdo foi considerado um dos elementos relevantes da investigação por indicar possível familiaridade e acesso a armamento.

Diante dos elementos colhidos, foi identificado um risco elevado de concretização da ameaça, indicando a necessidade de intervenção imediata.

Internação provisória

Diante da gravidade dos elementos reunidos, da repercussão social dos fatos e da necessidade de prevenir a continuidade ou eventual concretização das ameaças investigadas, a Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente.

A medida foi fundamentada na existência de indícios de autoria e materialidade, na gravidade concreta dos fatos e na necessidade de preservar a segurança do próprio adolescente e a ordem pública, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A representação também considera que os elementos encontrados nas investigações, demonstram não apenas manifestações de ameaça, mas um conjunto de comportamentos que, segundo a análise policial, poderia indicar preparação para a prática de violência.

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