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Polícia Militar prende dupla por tráfico de drogas e apreende revólver e R$ 22,7 em dinheiro

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Militares do 24º Batalhão prenderam um homem, de 26 anos, e uma mulher, de 25 anos, suspeitos por tráfico ilícito de drogas e posse irregular de arma de fogo, na noite deste domingo (17.5), em Cuiabá. Com a dupla, a PM apreendeu um revólver, munições e a quantia de R$ 22,7 mil em dinheiro proveniente do crime.

Os policiais se deslocaram até o bairro Nova Vitória após receberem informações, via setor de inteligência, sobre uma residência que seria ponto de tráfico de drogas. No endereço informado, a equipe realizou monitoramento e flagrou os dois suspeitos em atividade ilícita, sendo que a mulher segurava uma quantia em dinheiro em suas mãos.

Em determinado momento, o suspeito percebeu a presença policial e fugiu, pulando o muro de residências vizinhas em direção a uma região de mata. Já a mulher não apresentou resistência e foi abordada. Com ela, a PM apreendeu a quantia de R$ 15.002,80 em dinheiro.

Com a mulher detida, os policiais iniciaram buscas pelo homem. A equipe policial identificou que o suspeito faz uso de tornozeleira eletrônica e seguiram o monitoramento indicado, localizando o aparelho rompido em uma região de mata.

Os militares continuaram as diligências nas proximidades e encontraram um imóvel completamente fechado. Eles se aproximaram para verificar a casa e um morador se apresentou, denunciando que havia sido rendido pelo suspeito e obrigado a esconder ele no local.

A PM entrou na casa e encontrou o suspeito escondido no banheiro. Ele foi abordado e revelou que estava com uma arma de fogo guardada na sua casa.

Os policiais seguiram ao endereço informado pelo homem e localizaram um revólver de calibre .38 carregado com cinco munições e R$ 7.762,00. Sobre o dinheiro, o suspeito afirmou que os valores seriam decorrentes de negociações em plataformas de sites de vendas.

Diante dos fatos, os dois criminosos foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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