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Polícia Militar prende faccionado com tablete e porções de cocaína em Sinop

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 11º Batalhão prenderam um homem faccionado, de 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (2.4), em Sinop. Com o suspeito, a PM apreendeu tablete e porções de substância análoga a cocaína.

A equipe do GAP realizava patrulhamento urbano quando recebeu denúncia anônima sobre uma pessoa que, supostamente, estaria retirando grande quantidade de entorpecentes de uma residência, no bairro Vila Mariana.

Os policiais se deslocaram ao endereço e flagraram um homem deixando a casa, com uma mochila, e entrando em um veículo Gol de cor prata. Os militares se aproximaram do suspeito, que tentou se esconder no banco traseiro do automóvel.

Ele foi abordado e, na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Já na vistoria veicular e busca na mochila, a PM localizou um tablete, seis porções grandes e 63 pinos contendo cocaína.

Para os policiais, o criminoso afirmou que vendia drogas a mando de uma facção criminosa e que estava retirando os entorpecentes de sua residência com receio de ser detido em alguma operação policial. Os militares fizeram buscas no interior da casa e não encontraram mais nenhum material ilícito.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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