Polícia

Polícia Militar prende homem com seis armas de fogo em Santa Rita do Trivelato

Publicado em

Polícia

A Polícia Militar prendeu um homem, de 30 anos, pelo crime de posse e porte ilegal de arma de fogo, neste domingo (26.10), na zona rural de Santa Rita do Trivelato. Com o suspeito, foram apreendidas seis armas de fogo e munições, entre pistolas, espingardas e revólveres, além de munições para todo o armamento.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM fez atendimento a uma denúncia anônima que informava sobre disparos de arma de fogo, ocorridos em uma área de mata, próximo de um rio.

Os policiais se deslocaram até a região informada e encontraram um grupo de pessoas tomando banho no rio. Ao serem questionados sobre a denúncia, eles negaram envolvimento nos fatos.

Ainda durante a abordagem, os militares flagraram um outro homem que correu para dentro da mata, ao ver a presença da PM. Diante da situação, os policiais fizeram buscas na mata e encontraram o suspeito, com uma arma de cano longo em mãos.

Nas diligências, os policiais encontraram um barracão de lona, onde estavam mais uma espingarda e uma pistola. Em seguida, a PM fez buscas ao veículo do suspeito e localizou mais três armas, sendo uma pistola e dois revólveres, além de munições para todo o armamento.

O suspeito confessou ser o proprietário de todas as armas e não apresentou documentação de porte dos objetos.

Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Nova Mutum, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Saiba quem são o policial e a professora presos por facilitar entrada de celulares em presídio

Publicados

em

Conteúdo/ODOC – O policial penal Nazil Santos Silva e a professora Karoliny Cardoso Viegas são os alvos da Operação Insídia, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (9), em Cuiabá. Os dois foram presos preventivamente sob suspeita de usar as funções que exerciam para facilitar a entrada de celulares e outros produtos ilícitos em unidades prisionais destinadas a integrantes de uma facção criminosa.

Nazil é policial penal efetivo. Já Karoliny era professora contratada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e trabalhava em salas anexas de uma escola estadual no Centro de Ressocialização de Várzea Grande.

Conforme as investigações, os dois teriam recebido dinheiro para viabilizar a entrada clandestina dos materiais. Eles são investigados pelos crimes de corrupção passiva continuada, facilitação e intermediação da entrada de aparelhos telefônicos em estabelecimento prisional e associação criminosa.

Ao todo, a operação cumpriu oito ordens judiciais em Cuiabá: dois mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão, dois bloqueios de valores e duas medidas de suspensão cautelar do exercício das funções públicas. As decisões foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias da Capital.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), com acompanhamento da Corregedoria da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus).

As apurações começaram em junho de 2025, depois que a análise de materiais apreendidos revelou transferências via Pix destinadas à professora. Os valores teriam sido enviados por reeducandos, familiares ou visitantes cadastrados nas unidades prisionais.

As movimentações financeiras coincidiram com uma denúncia sobre a suposta participação de Karoliny e Nazil na entrada clandestina de celulares e outros itens proibidos no sistema prisional, mediante pagamento de vantagens indevidas.

A Polícia Civil também identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade funcional dos investigados.

Segundo as apurações, Nazil cobrava entre R$ 7 mil e R$ 10 mil por cada celular levado para integrantes da facção. Para dificultar o rastreamento dos pagamentos, ele teria utilizado a conta bancária da companheira para receber parte dos valores.

Karoliny, por sua vez, teria se aproveitado do trânsito autorizado dentro da unidade prisional para transportar celulares e outros materiais ilícitos. De acordo com a investigação, o policial penal também utilizava as prerrogativas do cargo para permitir a entrada dos produtos.

Além das prisões, a Justiça determinou que os dois servidores sejam afastados cautelarmente das funções públicas durante o andamento das investigações.

As buscas realizadas pelos policiais têm o objetivo de localizar documentos, aparelhos e outros elementos que possam auxiliar na apuração.

Também foram determinados bloqueios de ativos financeiros. Para Karoliny, o valor chega a R$ 14,6 mil, enquanto para Nazil foi estabelecido bloqueio de R$ 25,5 mil.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA