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Polícia Militar prende homem por feminicídio em Jangada

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Policiais militares do 7º Batalhão prenderam um homem, de 54 anos, pelo feminicídio de Maria Silveira Pereira, de 63 anos, na noite desta quinta-feira (18.9), em Jangada. O suspeito confessou o crime e com ele foi encontrado um revólver calibre .38 com seis munições.

A equipe policial recebeu informações sobre um homicídio ocorrido em uma residência no bairro Nova Jangada. De imediato, os militares foram até o endereço para verificar os fatos.

Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos pelo filho da vítima, que relatou que o suspeito era o ex-companheiro da mãe e que não aceitava a separação. Em seguida, os militares iniciaram as buscas. A equipe se deslocou até a residência do filho do suspeito e localizou apenas o carro usado pelo homem na fuga do local.

Em determinado momento, o suspeito compareceu à Unidade de Polícia Militar e se entregou, confessando a autoria do crime. De acordo com o homem, ele se encontrou com a vítima na parte da tarde para conversar sobre a guarda de animais que pertenciam a eles. A mulher pediu que ele voltasse mais tarde e, em seguida, iniciaram uma discussão.

Ainda em depoimento, o suspeito informou que estava armado e que a mulher derrubou o revólver no chão. Logo depois, o homem pegou a arma e disparou três vezes contra ela. O criminoso entregou aos militares um revólver calibre .38 com seis munições.

Diante dos fatos, o homem foi conduzido para a delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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