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Polícia Militar reforça projeto social com entrega de novos materiais esportivos

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta terça-feira (24.2), a entrega de materiais esportivos ao Projeto Lutas – Guardiões do Coxipó, do 9º Batalhão, com investimento de R$ 60 mil, fortalecendo um trabalho que transforma vidas por meio do esporte.

Criado há pouco mais de um ano, o Projeto Lutas começou com cerca de 20 alunos, oferecendo aulas de jiu-jítsu. Atualmente, já atende mais de 120 participantes, com idades entre 6 e 65 anos. Conta também com as modalidades de muay thai e taekwondo.

O coordenador do projeto e comandante da 2ª Companhia Independente do Parque Cuiabá, capitão Costa Gomes, destacou que esse crescimento demonstra a confiança da comunidade e o valor do esporte como instrumento de disciplina, respeito e formação cidadã.

“O sucesso do projeto é resultado da dedicação voluntária de policiais militares e instrutores civis, cuja iniciativa e dedicação tornaram tudo isso possível. A Polícia Militar é a casa do cidadão, um espaço de acolhimento, proteção e orientação, comprometida não apenas com a segurança, mas também com a construção de uma sociedade melhor, mais justa e promissora para nossas crianças, adolescentes e para todos os cidadãos”, comentou o capitão Costa Gomes.

O comandante do 9º Batalhão da PM, tenente-coronel Diego Guindani, enfatizou que o projeto reforça a filosofia de polícia comunitária, integrando os moradores à rotina da unidade, com o objetivo de afastar os jovens da criminalidade.

“Esse é um dos diversos projetos sociais da Polícia Militar de Mato Grosso que vêm transformando a vida de muitas crianças e jovens. Por meio do esporte, os policiais militares atuam como instrutores e modelos de convivência social, aproximando a corporação da comunidade e fortalecendo laços de confiança. Essa entrega faz parte de uma parceria público-privada”, afirmou o tenente-coronel Guindani.

O atleta Lucas Gabriel comentou que o esporte o ajudou a ter mais disciplina na escola. “Aprendi a dividir melhor o meu tempo entre os trabalhos da escola e a prática esportiva, consegui conciliar os dois e diminuir o tempo que fico mexendo no celular. Quero me tornar um atleta profissional futuramente.”

Fonte: PM MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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