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Policiais penais frustram tentativa de fuga de três reeducandos no Complexo de Várzea Grande

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Três reeducandos do Complexo de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas (Criald), em Várzea Grande, tentaram fugir da unidade prisional na terça-feira (30), mas a ação foi frustrada pela rápida atuação da equipe de policiais penais de plantão.

Os custodiados serraram as grades da cela e seguiram em direção ao muro da unidade, porém foram interceptados pelos servidores antes de conseguirem deixar o estabelecimento prisional.

Após a contenção da tentativa de fuga, a equipe da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) adotou as medidas administrativas e operacionais previstas para esse tipo de ocorrência. Os três reeducandos responderão a Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) e serão transferidos para a Penitenciária Central do Estado (PCE).

O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado, destacou a pronta resposta dos policiais penais e o compromisso da gestão com a segurança nas unidades prisionais.

“A atuação rápida e eficiente dos policiais penais foi decisiva para impedir a fuga e preservar a segurança da unidade. A Secretaria de Estado de Justiça mantém investimentos permanentes na segurança do sistema penitenciário e adota todas as medidas disciplinares cabíveis diante de ocorrências dessa natureza, reforçando o compromisso com a ordem e a legalidade.”

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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