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Polícias Civis de MT e GO prendem mãe e filho investigados por estelionato

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Mãe e filho investigados por aplicarem um golpe na modalidade conhecida como “falso intermediário”, foram presos nesta quarta-feira (29.10), em Cuiabá, durante ação integrada para cumprimento de mandados judiciais.

O trabalho operacional da Polícia Civil mato-grossense, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato, foi deflagrado em conjunto com a Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC/17ª DRP).

A suspeita, de 40 anos, e o filho, de 22 anos, são investigados pelo crime de estelionato qualificado e estavam com as ordens de prisão preventiva, decretadas pela 3ª Vara Criminal de Águas Lindas de Goiás.

A vítima, residente na cidade de Águas Lindas, (GO), se interessou na compra de um veículo anunciado na internet. Após ser induzida ao erro, a vítima fez o pagamento e acabou sofrendo prejuízo de aproximadamente R$ 20 mil.

A investigação conduzida pela Polícia Civil de Goiás desvendou que mãe e filho mantinham estreita ligação com as atividades criminosas praticados pela internet, razão pela qual tiveram as prisões preventivas expedidas pela Justiça.

Após a prisão de mãe e filho realizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá, ambos foram conduzidos para as providências cabíveis e em seguida apresentados para audiência de custódia à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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