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Polícias Civis de MT e MS deflagram operação conjunta contra grupo que deu golpe de R$ 250 mil em cooperativa

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As Polícias Civis de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul deflagraram, na manhã desta sexta-feira (26.9), a Operação Euterpe, para apurar um golpe contra uma agência de cooperativa em Campo Grande (MS) em aproximadamente R$ 250 mil.

Estão sendo cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão, todos em Cuiabá e Várzea Grande, pelas equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, da Polícia Civil de Mato Grosso, e da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros (Garras), da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul.

As investigações apontaram que o crime foi orquestrado por um grupo criminoso voltado para os crimes de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro, que se autointitula “Tropa de Cuiabá”.

As apurações indicam, ainda, que o grupo é o mesmo que aplicou golpes em jogadores de futebol de times nacionais da Série A, com prejuízo de R$ 1 milhão às vítimas, e que os investigados são ligados a uma facção criminosa que atua com essa modalidade de crime.

“Foi constatado, também, que o grupo criminoso patrocina músicas de funk para divulgar a prática dos ilícitos, ostentar o lucro do crime, bem como, possivelmente, cooptar novos integrantes para a associação criminosa”, disse o delegado Ruy Peral, da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.

Nome da operação

Euterpe, na mitologia grega, é a deusa da música. Nas investigações, verificou-se que a associação criminosa ostenta o lucro ilícito e a própria prática dos delitos, inclusive mencionando crimes específicos e o modus operandi, por meio de músicas, na modalidade funk, nas suas redes sociais.

A operação conjunta faz parte do programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo do Estado de Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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