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Polícias Militar e Civil prendem faccionado por tráfico de drogas em Nova Ubiratã

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Equipes da Polícia Militar e Polícia Judiciária Civil prenderam um homem faccionado, de 25 anos, por tráfico ilícito de drogas, na madrugada desta quarta-feira (24.9), na cidade de Nova Ubiratã. Na ação, foram apreendidos tabletes de maconha e porções de pasta base e cocaína.

A prisão foi realizada após a PM receber denúncias sobre grande movimentação de usuários de drogas, em uma casa. Os militares se deslocaram ao endereço e encontraram o suspeito parado na frente de um residencial de quitinetes. Os policiais iniciaram abordagem, momento em que ele fugiu da PM, correndo até uma área de mata.

Diante da situação, foi solicitado apoio de uma equipe da Polícia Judiciária Civil para diligências no imóvel, onde foram encontrados três tabletes de maconha e porções grandes de cocaína e pasta base de cocaína.

Ainda nas diligências, as equipes policiais identificaram um segundo suspeito, que residia na quitinete de frente a casa revistada, mas que informou ser o responsável pelas drogas encontradas.

Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia da Polícia Civil para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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