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Rotam prende faccionada e recupera veículo e dinheiro roubados de loja de automóveis

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Equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam uma mulher integrante de facção criminosa, de 22 anos, por roubo, na tarde desta sexta-feira (12.9), em Várzea Grande. Com os suspeitos, um veículo Corolla foi recuperado, além de mais de R$ 30 mil em dinheiro.

A equipe policial foi acionada para uma ocorrência de roubo de carro em uma loja de automóveis, na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá. De acordo com as vítimas, três suspeitos armados entraram no local e anunciaram o assalto, obrigando realizarem transferências bancárias, sendo uma delas no valor de R$ 50 mil. Além do veículo, celulares, relógios e outras quantias em dinheiro também foram levados.

Nas diligências, os policiais receberam a informação de que um dos celulares das vítimas estava emitindo sinal de localização em uma residência em Várzea Grande.

A equipe deslocou ao endereço informado e flagrou um homem com as mesmas características informadas pelas vítimas, que fugiu para o interior da residência ao avistar a viatura. Os policiais entraram no imóvel e, em um dos cômodos, localizaram uma mulher contando a quantia em dinheiro.

Na abordagem, ela relatou que desconhecia o suspeito que havia fugido e afirmou que seu esposo é integrante de uma facção criminosa, tendo recebido ordens para sacar o dinheiro em três agências bancárias diferentes. Ela ressaltou ainda que, além dos roubos, o esposo pratica golpes na internet.

Durante buscas pelos outros envolvidos, a equipe policial localizou o veículo abandonado e sem a chave. O carro foi devolvido à loja de automóveis.

Diante dos fatos, a mulher foi encaminhada à Central de Flagrantes de Várzea Grande para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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