Polícia

Rotam prende três pessoas por tráfico de drogas e apreende 55 porções de entorpecentes

Publicado em

Polícia

Equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam um homem, de 25 anos, e duas mulheres, de 24 e 25 anos, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desse sábado (13.9), em Várzea Grande. Com os suspeitos, foram encontradas 55 porções de diversos entorpecentes.

Durante patrulhamento tático, a equipe policial flagrou um homem em atitude suspeita entregando um pacote a uma mulher, em frente a uma residência no bairro Construmat. Os policiais realizaram a abordagem e verificaram que se tratava entorpecente.

Questionado sobre a droga, o suspeito confirmou a comercialização na região e ainda contou que na residência de outra mulher, havia mais quantidades de maconha e cocaína.

Durante buscas no local indicado, a equipe encontrou a proprietária da casa e localizou 25 porções de cocaína e 35 porções de maconha, além de material de preparo. Em relato à PM, a suspeita confirmou que a casa servia para armazenar a droga que era vendida na região.

Diante do flagrante, os suspeitos foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Advogado divulga imagens e contesta tese de surto em assassinato de empresária

Publicados

em

O advogado Rodrigo Pouso Miranda divulgou, neste domingo (6), trechos de gravações feitas na casa onde a empresária Gleici Keli Geraldo, de 42 anos, foi assassinada pelo marido, o engenheiro agrônomo Daniel Frasson. O crime ocorreu em 24 de junho de 2025, em Lucas do Rio Verde, a 330 quilômetros de Cuiabá.

Representante da família da vítima, Pouso afirma que as imagens enfraquecem a versão de que Daniel teria agido durante um surto. Segundo ele, as câmeras registraram discussões, ameaças e atitudes anteriores ao crime que indicariam que o ataque foi planejado.

“Quem viu as imagens já sabe. Não foi loucura. Foi plano. […] As câmeras registraram tudo. Não foi surto. Foi escolha”, escreveu o advogado no Instagram.

Gleici foi atacada enquanto dormia e atingida por 21 golpes de faca. A filha do casal, que tinha 7 anos na época, também foi esfaqueada oito vezes. A menina conseguiu sobreviver após receber atendimento médico.

De acordo com Pouso, os vídeos mostram conflitos entre o casal nos dias anteriores ao assassinato. As discussões envolveriam principalmente problemas financeiros, incluindo divergências relacionadas à compra de uma botina, uma antena Starlink e uma quantia de R$ 2,2 mil.

Em um dos trechos divulgados, Gleici aparece dizendo: “Dani, pelo amor de Deus”. Em outra gravação, ela afirma: “Já chega de trauma”.

O advogado também relata que, dois dias antes do crime, Daniel teria ameaçado matar a esposa e a filha. Uma irmã dele teria enviado uma mensagem para alertar Gleici e aconselhá-la a esconder as facas existentes na residência. Ainda conforme Pouso, o engenheiro descobriu o aviso e demonstrou irritação.

Uma consulta com um psiquiatra estava marcada para as 15h do dia do assassinato. Daniel teria concordado em participar do atendimento, mas, segundo o advogado, pegou uma faca por volta das 6h55, horas antes do horário agendado.

As gravações também teriam captado Daniel afirmando que havia “perdido um milhão”. Pouso sustenta que o acusado mantinha anotações sobre valores que atribuía como dívida à esposa e demonstrava insatisfação com o crescimento profissional dela, que se preparava para lançar uma marca.

Daniel permanece internado no Centro Psicossocial de Cuiabá. A defesa alega que ele não tinha consciência dos próprios atos quando atacou a família, conclusão inicialmente apontada em avaliação psiquiátrica.

O resultado do exame, porém, foi questionado pelo Ministério Público e pelos familiares de Gleici. A homologação do laudo foi anulada e uma nova análise foi feita por uma junta composta por três peritos. A Justiça ainda deverá decidir sobre a condição mental do acusado e como essa conclusão interferirá no andamento do processo.

Pouso afirmou ainda que parentes de Daniel conseguiram interditá-lo após o crime e que a internação já teria custado mais de R$ 200 mil aos cofres públicos. Posteriormente, o engenheiro teria solicitado, no processo de inventário, metade dos bens e dos valores provenientes de aluguéis deixados pela empresária.

A família de Gleici participa do processo como assistente de acusação.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA