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Venezuelana é morta por estrangulamento em Cuiabá; ex-companheiro é suspeito

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Conteúdo/ODOC – Uma mulher venezuelana identificada como Sandy Del Carmen, de 45 anos, foi encontrada morta na manhã deste domingo (19) dentro da casa onde morava, no bairro Jonas Pinheiro III, em Cuiabá. A principal linha de investigação aponta o ex-companheiro da vítima, também venezuelano, de 31 anos, como autor do crime. Ele está foragido.

Conforme informações da Polícia Militar, equipes foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) para atender uma ocorrência de possível homicídio. Ao chegarem ao endereço, os policiais isolaram a área para preservar o local até a chegada das equipes responsáveis pela perícia.

De acordo com o relato da nora da vítima, o casal estava separado e mantinha um histórico de desentendimentos. Segundo ela, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.

As informações repassadas à PM indicam que, durante a madrugada, o homem teria invadido a residência após arrombar a porta dos fundos. Quando a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, constatou que Sandy já estava sem vida e apresentava sinais compatíveis com estrangulamento, possivelmente provocado com um fio elétrico.

Após o crime, o suspeito fugiu e, até o momento, não foi localizado. O caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que conduz as investigações para esclarecer a dinâmica do feminicídio e localizar o investigado.

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PF derruba esquema nacional de comércio ilegal de madeira após apreensão de caminhão em MT

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (20), a Operação Ligna Ficta, para apurar a atuação de um grupo investigado por transporte e comércio ilegal de madeira nativa e por fraude nos sistemas oficiais de controle florestal.

A ação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Barro Alto/GO e Unaí/MG. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Barra do Garças/MT. 

As investigações começaram após a apreensão, em Barra do Garças, de um caminhão carregado com cerca de 52 metros cúbicos de jatobá, sem o Documento de Origem Florestal (DOF) e com nota fiscal que descrevia produto diverso do transportado.

O trabalho da PF permitiu identificar o modo de atuação do grupo. Madeireiras localizadas em Goiás e Minas Gerais atuavam de forma coordenada na negociação, no financiamento do transporte e na comercialização da madeira. Foi identificada a utilização de créditos florestais sem correspondência física de madeira, além da abertura sucessiva de empresas para dar continuidade às atividades ilegais.

Os materiais apreendidos durante o cumprimento das medidas judiciais serão submetidos à análise pericial e examinados pelos investigadores. O objetivo é delimitar a participação de cada investigado e identificar fornecedores, compradores e a origem da madeira comercializada.

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