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ALMT reforça apoio ao esporte e celebra integração social na 41ª Corrida de Reis

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) participou ativamente da 41ª Corrida de Reis, realizada na manhã deste domingo (11), no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá. A atuação reafirma o apoio às iniciativas que promovem a prática esportiva, hábitos saudáveis e a integração entre o Parlamento Estadual e a população. A tradicional prova de 10 quilômetros, que reuniu mais de 15 mil atletas de 21 estados, do Distrito Federal e de outros países, marcou a estreia de um percurso inédito dentro do Parque Novo Mato Grosso, oferecendo mais conforto, segurança e estrutura ampliada para participantes e público.

O presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB), destacou que a ALMT sempre participou e seguirá apoiando eventos como a Corrida de Reis, ressaltando que incentivar a prática esportiva entre deputados, servidores do Parlamento e na comunidade faz parte do compromisso da Assembleia com ações que beneficiem diretamente a todos os mato-grossenses.

O deputado e 1º secretário da ALMT, Dr. João (MDB), lembrou que o esporte é essencial para prevenção de doenças e bem‑estar da população. “A Corrida de Reis é muito mais do que um evento esportivo: é um momento de integração social, incentivo a hábitos saudáveis e valorização do bem‑estar físico e mental. É assim que fortalecemos vínculos e promovemos qualidade de vida”, afirmou Dr. João.

O deputado Fabio Tardin (PSB), que participou do percurso lado a lado com os demais corredores, destacou a experiência humana da corrida. “Sentir a energia das pessoas, a alegria e a superação de cada participante é algo muito especial. Promover saúde, bem‑estar e integração social é reafirmar nosso compromisso com a população”, disse, reconhecendo também os desafios do novo trajeto em meio ao calor intenso e os impactos no trânsito, que devem ser avaliados para edições futuras.

O deputado Paulo Araújo (PP) enxerga no Parque Novo Mato Grosso um ponto de visitação emblemático para o estado, e elogiou a estrutura do local para acolher corredores e espectadores. “O parque contempla toda e qualquer ação de médio e grande porte no estado. Esporte é vida, esporte é saúde, e a Assembleia sempre incentiva ambas as áreas”, afirmou, destacando ainda a parceria com o governo estadual e os organizadores do evento.

Entre os servidores da ALMT, a jornalista Itimara Figueiredo viveu a corrida de forma pessoal e familiar. “Esta é minha quinta vez no percurso e a terceira com minha mãe de 72 anos e meus sobrinhos. O mais importante não é o pódio, mas chegar bem, celebrando a vida e tudo o que ela nos permite viver”. Ela ressaltou também o apoio da Assembleia, com inscrições garantidas e acompanhamento profissional do programa QualiVida, que cuida da saúde dos participantes.

Para o secretário adjunto de Comunicação da ALMT, José Marques, a participação da Casa vai além do incentivo. “Este evento tradicional incentiva o esporte em Mato Grosso. A Assembleia, por meio da Mesa Diretora, apoiou mais de 300 atletas da própria Casa, incluindo servidores e familiares, e contribuiu para que eles vivenciassem essa experiência de saúde e superação”.

A Corrida de Reis se firma como um dos eventos de corrida de rua mais tradicionais e expressivos do país e conta com o apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que reforça seu compromisso em fortalecer iniciativas esportivas e incentivar a prática esportiva entre seus deputados, servidores e a população mato-grossense.

Resultados oficiais da 41ª Corrida de Reis 2026 – O baiano Fábio Jesus Correia, de 27 anos, conquistou o 1º lugar na categoria masculina. A vitória encerra uma sequência de quase nove anos sem que um brasileiro conquistasse o título masculino da prova mais tradicional de corrida de rua do estado. Na categoria feminina, a queniana Viola Jelagat Kosgei, também de 27 anos, garantiu o 1º lugar ao completar o percurso em 36min38s, superando adversárias de alto nível técnico. Entre as brasileiras, Suzane Martins, de 37 anos, foi a mais bem colocada, alcançando o 4º lugar na prova feminina.

Fonte: ALMT – MT

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Pesquisa apresentada em Conselho aponta alta taxa de depressão entre jornalistas

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Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, nesta segunda-feira (14), no Senado.

O levantamento foi elaborado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Previdência, em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). A intenção era traçar um diagnóstico das condições de trabalho e da saúde mental dos jornalistas, em aspectos como estresse, ansiedade, depressão, insônia, capacidade para o trabalho, satisfação profissional, assédio moral, assédio digital, consumo de álcool e percepção de demanda, controle e apoio social no ambiente de trabalho.

A amostra foi composta por 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário online. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados sofrem com estresse e 47,9% têm insônia.

A coordenadora de Comunicação da Fundacentro, Cristiane Oliveira Reimberg, apontou uma naturalização do assédio moral dentro das redações.

— Quando se considera “pelo menos uma vez”, foram 37% de relatos de casos entre os respondentes. Quando o critério leva em conta “duas vezes ou mais”, foram 26% — disse.

O secretário-adjunto de Saúde e Segurança da Fenaj, Norian Segatto, lembrou que o advento das novas tecnologias intensificou a pressão sofrida pelos jornalistas.

— Nas grandes redações, as equipes de métrica, aquelas que medem quantos likes se dão, às vezes são maiores que a própria redação. E as pessoas são cobradas não pela qualidade da matéria que filmaram, mas por quantos likes ela recebeu. O chefe vai lá e fala: ‘Olha, tua matéria deu menos de mil likes, você precisa mudar’ — lamentou.

Para ele, o estudo pode influenciar não só em futuras negociações sindicais, mas também em novas leis que protejam os trabalhadores da comunicação.

Para Samira de Castro, presidente da Fenaj e conselheira do CCS, o adoecimento mental não pode ser tratado como uma questão individual dos trabalhadores, e sim da organização e das condições de trabalho, incluindo jornadas prolongadas, pressão por produtividade, assédio, falta de autonomia profissional e violência digital.

Ataques a mulheres

A presidente do CCS, Patrícia Blanco, repudiou ataques que vêm sendo dirigidos a jornalistas, especialmente mulheres. Ela apontou palavras de baixo calão, insultos e banalização da violência sexual nesses ataques.

— Reforçamos que os insultos e a banalização da violência sexual configuram discurso de ódio, que não está protegido pela liberdade de expressão, como já decidiram a ONU [Organização das Nações Unidas] e o STF [Supremo Tribunal Federal], por afrontar a dignidade da pessoa humana e incitar diretamente a discriminação, a hostilidade e a violência — afirmou.

Ela lembrou que a Coalizão em Defesa do Jornalismo, grupo de entidades do setor, tem feito um monitoramento de violência contra jornalistas no período eleitoral. O primeiro relatório, alertou, mostra que em duas semanas do período eleitoral houve mais de 2,6 mil ataques contra jornalistas, dois terços deles voltados contra mulheres.

Moção de aplauso

Os conselheiros aprovaram moção de aplauso à ativista Veronyka Gimenes, cofundadora e diretora Institucional da organização Código Não Binário. Ela foi indicada entre as cem pessoas mais influentes em inteligência artificial de 2026 pela revista americana Time.

Veronyka é responsável pelo desenvolvimento da TybyrIA, modelo de inteligência artificial de código aberto criado para identificar discurso de ódio contra pessoas LGBTQIA+. O nome é uma homenagem a Tibira do Maranhão, indígena tupinambá executado em São Luís em 1614 e considerado por entidades LGBTQIA+ a primeira vítima registrada de homofobia no Brasil colonial.

— A inclusão amplia o reconhecimento internacional de um olhar sobre a inteligência artificial construído a partir do Sul Global, dos movimentos sociais e das comunidades atingidas por essas tecnologias — avaliou o conselheiro do CCS Caio Loures, representante das categorias profissionais de cinema e vídeo e autor da moção.

Próximas reuniões

Os conselheiros aprovaram o pedido de uma audiência pública sobre educação midiática e letramento digital, a ser realizada em novembro. A próxima reunião do Conselho está marcada para 5 de outubro, às 14h.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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